domingo, 23 de outubro de 2011

Pastor Altair Germano em Camaçari(Ba)

Pastor Altair Germano em Camaçari(Ba)
No aniversario dos 27 anos da igreja assembléia de Deus em Camaçari,(congregação gleba B1)dirigida pelo pastor Hercílio Vilaça,teve como presença e preletor o pastor Altair Germano  da assembléia de Deus de Abreu e lima de pernambuco,ministrou nos dias (22 e 23 sábado e domingo).
Tive o privilegio de conversarmos sobre assuntos de natureza da igreja ,teologia bíblica,doutrina,espiritualidade e etcs.....
Foi um momento muito bom pra mim,tirei algumas duvidas trocamos algumas idéias sobre os seus livros,dos quais eu adquirir um exemplar, um dos seus lançamento na atualidade.
Uma igreja com saúde

No sábado a noite(22),o pastor Altair ministrou uma palavra baseado no capitulo 12 vv 40-42 do livro do Êxodo,ele abordou sobre a necessidade de termos experiências  na nossa vida com Deus em nossos relacionamentos com Ele.”foi muito interessante”.

No domingo pela manhã(23),o pastor Altair iniciou sua palavra baseada na lição bíblica da escola dominical(como enfrentar a oposição á obra de Deus),falou sobre a historia das escolas dominicais no Brasil e no mundo,principalmente nas assembléia de Deus,surgimento das escolas teológicas nas assembléia de Deus,falou sobre heresias e modismos e etcs.....”foi uma manhã muito abençoada por Deus”.
Breve colocarei se Deus quiser a sua ultima participação a noite no culto final da festividade.
Que Deus nos abençoe,abençoe a congregação gleba B1 o seu pasto, e o pastor Altair Germano.

Em Cristo Jesus
Kleber Santos

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

o modismo das unções nas igrejas

E aja Unção!!!
O pastor Altair germano colocou uma matéria no seu blog contendo dois vídeos de dos pregadores “supostamente cheios de unção”,em um dos vídeo o pregador se ajoelha e os seus subordinados derramam sobre a sua cabeça várias tigelas de óleo “azeite”,um verdadeiro banho de óleo.Segundo ele,o dito pastor faz varias declarações proféticas,benção disso benção daquilo,é a Unção de Arão.
O segundo também,ele mesmo derrama sobre a sua cabeça uma garrafa de óleo ungido,e um dos seus súditos vem e derrama uma outra garrafa.e ai idioma português que é bom pra entender ....nada.! só língua estranha e bem estranha.depois ele o profeta faz uma transferência de unção,varias visões,carro de fogo anjos pra lá e pra cá!
Meu Deus quanta falta de temor e tremor ao Senhor lhes falta.esses homens que si dizem profetas de Deus,não respeitam nem o significado bíblico desse ritual que era praticado pelos profetas e sacerdotes no A.T. e pelos presbíteros no N.T. quanta bizarrice.
No N.T. ,temos uma ilustração que penso ser a melhor para podermos compreender esse símbolo nas escrituras.quem nos da essa ilustração é  João em sua  1ª carta no capitulo 2 vv 20 ao 27.
Essa unção segundo João ela transmite sabedoria,conhecimento e discernimento.João está se referindo ao Don do Espírito Santo que nos guia em toda verdade (Jo.14;26 /16;13) .
Nas escrituras ,a pratica com óleo tinha um significado secular e religioso .
Por exemplo: A.T.
No A.T. ,essa pratica estava ligada aos reis (ler,1Sm;10,1-9 / 16,13).os sacerdotes e sumo sacerdotes (Ex.28.41 /29.7,36),os profetas (1Rs19.16).o Tabernáculo e seus utensílios (Ex.30.26-28).
A unção separava uma pessoa ou um objeto para um serviço especial para Deus.tornando-o sagrado.
A unção freqüentemente era considerado um ato de Deus,porque ele ordenava que fosse feito.(cf. 1Sm.9.16 / 10.1).e era associado ao derramamento do espírito santo (Is.61.1).
No A.T. ,a unção esta ligada a vinda do messias que viria (Sl.45.7 ; 89.20 / Is,61.1 / Dn.9.24).
Por exemplo:N.T.
No N.T.,em Lucas 4.18,Jesus aplicou a unção mencionada em Isaias 61.1 a si mesmo.
Pedro, faz menção a Jesus e ao espírito santo (At.10.38).
Paulo,relaciona a unção  com o selo do espírito santo na vida do crente que é a prova do seu relacionamento com cristo (2Co.1.21,27).
Assim os escritores da novo testamento entendia metaforicamente a unção em dotar alguém de poder .(1Jo.2.20,27)espiritual e entendimento .
No A,T. a unção esta associado ao oficio de reis e etcs...
No N.T. está associado ao seu relacionamento com cristo e suas testemunhas cristã,dentro de um contexto de proclamação do evangelho.
Percebo que nunca tivemos tanto a necessidade de discernimento como nos dias de hoje.onde muitos são levados por qualquer vento de doutrina (Ef.4.12-16).
Que Deus nos livre de tal pecado.
Com tremor e temor
Kleber santos  
Bibliografia: dicionário bíblico wycliffe pgs;1975,1976 /Ed.CPAD

sábado, 15 de outubro de 2011

Deus Odeia o Pecado E o Pecador

Deus Odeia o Pecado E o Pecador

Jack Cottrell

UMA QUESTÃO RECENTE: Todos nós já ouvimos o ditado: “Deus ama o pecador, porém odeia o pecado”. Mas será que esse ditado resume a história toda? Seria justo dizer, no mínimo no que diz respeito ao incrédulo, que Deus tanto ama o pecador quanto odeia o pecador?

MINHA RESPOSTA: Eu já respondi essa questão no meu livro, no capítulo sobre “A Santidade de Deus”, na discussão sobre a Ira. Aqui está o trecho em questão[1]:

Às vezes ouvimos dizer que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. Isso não é verdade. A. H. Strong observa que Deus tanto ama quanto odeia o pecador, ao mesmo tempo: “o detesta quando ele é um vivo e voluntário antagonista da verdade e da santidade, o ama quando ele é uma criatura capaz do bem e arruinado pela sua transgressão”.[2]Em outras palavras, Deus odeia o pecado e Ele também odeia o pecador. “Tu odeia todos os que praticam a iniquidade. Tu destróis aqueles que falam a mentira; o Senhor abomina o homem sanguinário e fraudulento” (Sl 5.5-6). Esta e muitas outras passagens mostram que o ódio de Deus é dirigido contra a pessoa que peca e não apenas o pecado em si. Às vezes apenas uma categoria geral é mencionada. “Todo aquele que age injustamente é abominação ao SENHOR vosso Deus”, diz Dt 25.16. “O SENHOR prova o justo e o ímpio, porém, aquele que ama a violência a Sua alma abomina” (Sl 11.5). As sete coisas que Deus odeia em Pv 6.16-19 incluem “a testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre os irmãos”. Ele também odeia “o perverso de coração” (Pv 11.20), “todo aquele que é orgulhoso de coração” (Pv 16.5), e “aquele que justifica o ímpio ou condena o justo” (Pv 17.15). Outras passagens descrevem o ódio de Deus a pessoas específicas. Lv 20.23 fala de Deus como abominando ou detestando os cananeus. Às vezes o ódio é direcionado contra Israel. Quando o Senhor viu sua idolatria: “Ele estava cheio de ira, e sobremodo aborreceu Israel” (Sl 78.59). “Eu a tenho odiado”, Ele diz (Jr 12.8; confira Os 9.15). Ele também odiou Esaú (Edom), diz Ml 1.3 (cf. Rm 9.13).

Nós não devemos tomar estas passagens superficialmente. Ser odiado pelo Deus Santo é uma coisa assustadora e terrível. A palavra do Antigo Testamento traduzida por “odiar” expressa “uma atitude emocional em relação a pessoas e coisas que são opostas, detestadas, desprezadas e com as quais não se deseja ter nenhum contato ou relacionamento. É, portanto, o oposto do amor. Enquanto o amor atrai e une, o ódio separa e mantém a distância. Os odiados e as pessoas que odeiam são considerados adversários ou inimigos, bem como são consideradas detestáveis e completamente repugnantes”.[3] Será que poderia haver algo mais terrível do que ouvir Deus dizer: “Eu te odeio”?

No entanto, devemos lembrar que Deus odeia o pecador E AMA O PECADOR ao mesmo tempo! Isto é o que eu chamo de uma “terrível tensão” dentro da natureza de Deus, uma tensão que SOMENTE pode ser resolvida através da encarnação do Filho de Deus e do Seu auto-sacrifício propiciatório na cruz. Na morte de Cristo como nosso substituto, tanto a ira de Deus contra os pecadores quanto o seu amor pelos pecadores são perfeitamente expressos e cumpridos.




 materia extraida do site;  Arminianismo.com
Em Cristo Jesus
kleber de sá

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O opróbrio da Igreja

O opróbrio da Igreja
Pós-Cristã e o Secularismo

"Bem vedes vós o triste estado em que estamos,
como a igreja está assolada,
e a sua credibilidade na sociedade queimada a fogo;
vinde, pois, e edifiquemos a igreja,
para que não estejamos mais em opróbrio"
(paráfrase e adaptação de Neemias 2.17)

Secularismo do latim saeculum significa “pertencente a uma era”, em sentido religioso é “aquilo que pertence ao mundo de nosso tempo e que não faz parte do que é sagrado ou espiritual”. Secular é o termo que empregamos para definir tudo aquilo que pertence à maneira de viver deste mundo que se opõe ou não comunga com os interesses espirituais do Reino de Deus.

O secularismo, hoje, é uma conseqüência da ação humanista. No secularismo o sagrado é relegado como algo obsoleto e arcaico. O valor do sagrado é questionado e ridicularizado. Não é difícil observar esta postura na sociedade pós-moderna. Certa apresentadora, em um dos seus quadros na televisão, em entremeio com danças e consultas exotéricas, clama o sangue de Jesus a fim de exorcizar a “fealdade” de alguns dos seus convidados. Nos bailes, as batidas frenéticas misturam-se com as letras evangélicas; é o pluralismo que já começa solapar a divisibilidade entre profano e sagrado. Enfim, a perda dos efeitos da religião cristã na sociedade secularizada “libera a difusão de um outro sagrado indistinto que se exprime no culto e exaltação irracionais de personalidades carismáticas, tais como, Pe. Marcelo Rossi, Pe. Zeca, ou políticos, até mesmo dinossauros sagrados da música, do cinema, da TV, do futebol, que caracterizam toda uma energia contida e reprimida para uma evasão de si. Quando não, mestres modernos da dessacralização, Marx, Nietzsche e Freud, são re-entronizados como novos deuses sagrados - referenciais intocáveis da vida. O declínio social da religião cristã na sociedade secularizada libera um sagrado difuso que é explorado imediatamente por astrólogos, adivinhos ou curandeiros, magos, verdadeiros camelôs do irracional. Assim, o projeto moderno de emancipação denuncia o sagrado como expressão humana em nome da racionalidade técnica, mas ele não consegue expulsar completamente do homem as trevas do irracional” [1].

Um pouco de História
No alvorecer da idade moderna ela foi profundamente influenciada pela religiosidade. Porém, no crepúsculo de seus projetos, é completamente marcada pelo ceticismo, racionalismo e secularismo. Os séculos XVI e XVII foram seguidos por essa frieza, formalidade e aridez espiritual e teológica, mas homens como Philipp Jakob Spener (1635-1705), e August Hermann Franke (1663-1727), pais do pietismo alemão, se opuseram a esse estado de morbidez, unindo intelectualidade com espiritualidade cristã. Mais tarde, no século XVIII, quando a vida religiosa britânica estava sendo solapada pelo tradicionalismo, racionalismo e a baixa freqüência aos templos, homens como John e Charles Wesley, William Morgam e George Whitefield, uniram-se em oração e através da consagração, aliados à erudição, moveram toda uma geração culminando o Grande Despertamento e Avivamento na Inglaterra e nos Estados Unidos. No atual quadro de “caatinga espiritual”, a igreja precisa de homens que consagrem suas vidas e combatam a secularização com suas próprias armas – a razão, o intelecto, sem, contudo, deixar a espiritualidade cristã, a fim de que o sagrado não seja dessacralizado.

O Secularismo na Igreja
Na Igreja, o secularismo transparece quando o espiritual começa a ceder ao profano. As motivações numa igreja presa pelos tentáculos da secularização são distintas de uma que ainda procura o sagrado. São características pertinentes a uma igreja secularizada.

Intenso Ritualismo
Práticas religiosas destituídas de glória divina. O ritualismo constitui-se falsa adoração e é pernicioso em seus objetivos (Is 29.13). Uma igreja secular dar mais ênfase ao social do que ao espiritual; ao entretenimento mais do que a oração e ao ensino das Escrituras; a forma em vez da essência; o frasco em vez do conteúdo (Mt 23.25). O intenso ritualismo é um desafio ao verdadeiro culto cristão. Jesus enfrentou este tipo de problema no ritualismo judaico, dos quais os fariseus eram os principais representantes. Chamo-os de hipócritas e sepulcros caiados, enquanto representantes de um culto (rituais de uma denominação - fariseus), e de uma religião (judaísmo), pois se apresentavam com seus trajes cerimoniais suntuosos, sua aparência piedosa ascética, mas que na realidade, “por dentro”, estavam cheios de hipocrisia, iniqüidade e imundícia (Mt 23.27-28). Escondiam-se na capa da religião e do cerimonialismo, até que Cristo os despiu publicamente. Apresentavam-se exteriormente como dignos e piedosos até que aquele que sonda os corações expôs a realidade latente de suas almas.

Exacerbada Carnalidade
Ignora as evidências espirituais e atribui às atividades materiais e carnais o cerne de seus esforços. Disputas acirradas pelo poder eclesiástico são sempre comuns numa igreja secularizada e carnal. Favoritismo, motivações financeiras e muitos outros podem constatar-se numa igreja aguilhoada pelos tentáculos da secularização.
Jesus denunciou a exacerbada carnalidade dos fariseus nos oito Ais de Mateus 23. Já nos versículos 16,17,19,24,26, Cristo mostra o estado espiritual dos fariseus - “cegos” - denunciando assim que o discernimento espiritual deles era profano, mentiroso e não passava de um mito. Extorquiam das viúvas as suas propriedades, seus bens, sua riqueza, convencendo-as de que fazendo assim estavam prestando culto a Deus, e, com isto, engordavam suas riquezas.
Uma igreja secularizada parte da premissa de que o Reino de Deus manifesta-se no “agora situacional” da vida humana, extorquindo o que podem dos fiéis com toda aparência de legalidade, esta que aparece sob o pretexto da piedade (Mt 23.14). É vergonhoso saber que existe entre nós pessoas desta estirpe maligna, o que, aliás, não é de se estranhar, pois os filhos do sacerdote Eli, responsáveis pelo culto e mediação entre Deus e os homens, eram chamados de “filhos de Belial” (1 Sm 2.12). Talvez isto possa ser considerado um extremo, mas não é. Assim como no tempo de Cristo as propriedades que eram doadas para o templo nunca chegaram sequer até ele, assim também muitas propriedades têm sido doadas para um fim sacro, mas nunca chegaram ao cofre da igreja - uma heterogeneidade - mistura de mau caráter com cristianismo.

Resta-nos o opróbrio


Em Cristo Jesus
Kleber Santos

por:Esdras Costa Bentho /blog:Teologia e Graça

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Tipos de obreiro na Seara

Tipos de obreiro na Seara
Jesus destacou a importância de se ter obreiros dedicados para a expansão do Reino de Deus na Terra. Isso porque o ministério é indispensável para a obra de Deus.

Em Lucas 10.2, lemos as seguintes palavras de Jesus aos setenta, os quais enviou de dois em dois a todas as cidades e lugares aonde havia de ir: “Grande é, em verdade, a seara, mas os obreiros são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que envie obreiros a sua seara.” A Igreja precisa de bons obreiros.
Primórdios do ministério

Os primórdios do ministério na Bíblia estão em Gênesis. O Livro dos Começos nos mostra que, nas primeiras famílias, os pais tementes a Deus eram os sacerdotes da família. Há muitos exemplos que apontam para isso.

Abel apresentou uma oferta (de animais) ao Senhor (Gn 4.4 e Hb 11.4). As Escrituras nos dizem que com Sete se começou a invocar o nome do Senhor (Gn 4.26). Noé edificou um altar e ofereceu holocaustos ao Senhor (Gn 8.20). Esta é a primeira menção de altar na Bíblia.

Melquisedeque era sacerdorte do “Deus Altíssimo” (Gn 14.18 e Hb 7.1). Abraão edificou altares ao Senhor em Siquém, Betel e Hebrom (Gn 12.6-8; 13.4,18). Isaque fez a pergunta: “Onde está o cordeiro para o holocausto?”, Gn 22.7. Isso mostra que ele estava habituado a ver seu pai Abraão oferecer sacrifícios ao Senhor (Gn 22.13). O próprio Isaque edificou um altar ao Senhor (Gn 26.25).

Jacó também edificou um altar ao Senhor (Gn 33.20; 35.1,3,7). Jó, contemporâneo dos patriarcas, oferecia holocaustos ao Senhor. Isso implica altar (Jó 1.5).

Mais à frente, vemos Israel, como nação, sendo colocada por Deus como “um reino sacerdotal” (Ex 19.6; 2Pd 2.9 e Ap 1.6). Em Êxodo 19.22,24 e 24.5, vemos o sacerdócio mosaico. Já em Levítico 3.6 e Números 18.2, vê-se a instituição do sacerdócio levítico. Os textos de Êxodo 28.1 e Números 18.1 falam justamente de Arão e seus filhos, que eram da casa de Coate e serviriam no sacerdócio. Os filhos de Arão eram Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.

Na igreja atual, de forma geral, há quatro tipos de obreiros na Seara: o bom obreiro, o mau obreiro, o falso obreiro e o ex-obreiro.
O bom obreiro

O bom obreiro tem suas características destacadas nas Sagradas Escrituras. Em 1 Timóteo 4.6, Paulo fala ao jovem obreiro Timóteo obreiro a ser fiel e diligente no ministério, pois, assim, ele seria “um bom ministro de Jesus Cristo”.

Em Mateus 25.21,23, na parábola dos dez talentos, Jesus fala que os servos que investiram nos talentos que lhes foram deixados para administrar receberam de seu senhor o reconhecimento como servos bons e fiéis: “E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”.

“Bom”, segundo os textos bíblicos de Timóteo e Mateus, é ser sadio na fé, no viver e na doutrina bíblica; equilibrado em tudo; capaz; aprovado (2Tm 2.15); limpo quanto ao bom combate espiritual (2Tm 4.8); e duradouro quanto ao seu trabalho e aos frutos de seu trabalho.

Os sinais de um bom obreiro são nítidos. Ele é fiel, leal à toda prova e humilde. O humilde aprende mais, resiste mais, aparece pouco, mas faz muito. Um exemplo disso está em Lucas, em Atos dos Apóstolos; Aristarco (Cl 4.10) e Epafras (Fm 23).

Outros sinais são a sua espiritualidade e consagração. Ele também é dócil. É fácil de se lidar com ele. Em outras palavras, ele é exatamente o oposto do obreiro “difícil”.

O obreiro difícil é aquele complicado para dialogar e tratar de assuntos da obra e das ovelhas. É difícil pô-lo em movimento, fazê-lo funcionar. Ele é difícil de participar, comparecer e cooperar, e costuma ser evitado. Um obreiro que teve má formação ministerial pode ficar estragado pelo resto da vida se não acordar para a realidade dos fatos.

O bom obreiro é diligente, esforçado. Às vezes até exagera no trabalho do Senhor. Temos o exemplo de  Epafrodito (Fp 2.25-30). Ele também é discreto e controla seus impulsos e sua língua ao falar. Apóstolo Paulo é um exemplo, como podemos ver no texto em que fala de suas “visões e revelações do Senhor” (2Co 12.1) e de seu “espinho na carne” (2Co 12.7). Outro exemplo do modo como ele sabia controlar seus impulsos está no comentário a respeito de Demas, seu obreiro auxiliar: “Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica”, 2Tm 4.10. Nada mais Paulo quis falar sobre Demas.

Outro sinal marcante de um bom obreiro é a sociabilidade. Ele é sociável com os seus pares de ministério, a sua congregação e a família. Imagine um obreiro que ninguém o quer por ser anti-social. É inadmissível.
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“alguns exemplos de bons e maus obreiros nas Sagradas Escrituras”.
Bons obreiros

A Bíblia está repleta de exemplos de bons obreiros. Zadoque, o sacerdote, descendente de Arão por seu filho Eleazar, é um deles (1Cr 24.3). Ele foi fiel e leal a Davi em todo o seu reinado, do princípio ao fim (1Cr 12.23,28; 2Sm 19.11; 20.25; 1Rs 1.8; 2.25). Abiatar, outro sacerdote descendente de Arão, por seu filho Itamar, e contemporâneo de Zadoque, não teve o mesmo procedimento. A Bíblia nos diz que ele não foi foi fiel a Davi até o fim. Falaremos dele ao discorrermos sobre o mau obreiro.

Itaí, o giteu (2Sm 15.17-22; 18.2), é outro grande exemplo, ao lado de Husai, o arquita. Itaí era estrangeiro, de um país inimigo, mas foi fiel. Husai, o arquita (2Sm 16.6; 17.15-22), era um efraimita (Js 16.2).

Podemos destacar, já no Novo Testamento, bons obreiros como Demétrio (3Jo 12) e Barnabé (At 11.22-24). Diz as Sagradas Escrituras que Barnabé “era um homem bom” (At 11.24, versão Almeida Revista e Atualizada). Temos ainda os obreiros que trabalharam com Paulo e que são citados nominalmente por ele (Cl 4.7-14).

O mau obreiro

“Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão!”, Fp 3.2.

“Respondendo-lhe, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo”, Mt 25.26.

“Então, o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: Servo malvado, perdoei-te toda aquela dívida, porque me suplicaste. Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?”, Mt 18.32-33.

“Não terão conhecimento os obreiros da iniqüidade, que comem o meu povo como se comessem pão? Eles não invocam ao Senhor”, Sl 14.4.

Os textos acima deixam claro que obreiro de má qualidade é aquele que é infiel e não procura melhorar. Mas como um bom obreiro torna-se mau ou ruim?
O bom obreiro costuma tornar-se mau aos poucos. Temos os exemplos bíblicos de Judas Iscariotes, discípulo de Jesus; Geazi, servo do profeta Eliseu; e Demas, cooperador do apóstolo Paulo. A mudança é fruto dos maus costumes e maus hábitos que o obreiro trouxe do passado, ou os adquiriu depois, e não largou.

Outra coisa que pode afetar um bom obreiro, tornando-o ruim é o desconhecimento do seu temperamento e o agir segundo este (Pv 16.32; 23.12; 25.28). Há também o caso de bons obreiros que se tornam maus por copiarem maus exemplos dos outros e de fora ou por ter má formação ministerial (Lc 9.49-50).

Um obreiro estranho, misterioso, enigmático, isolado de todos, também tem tudo para se tornar um mau obreiro, bem como o obreiro sempre imaturo social, emocional e espiritualmente (Ec 10.16). Por último podemos citar como fator que pode provocar essa mudança negativa o obreiro receber poderes em demasia, como no caso de Joabe (2Sm 3.39; 16.10; 19.22).

Os sinais de um mau obreiro estão listados em Mateus 25.26, Jeremias 6.13 e 50.6, e Miquéias 3.9-11. Ele é parasita, indolente, ocioso, preguiçoso, desordenado na sua vida, na família e no seu trabalho; não tem ordem, é ambicioso por posição, cargo e credencial; é invejoso, mercenário e mercadeja os dons e as coisas de Deus. Neste caso, temos os exemplos de Balaão e Simão, o mago (At 8.18).

O mau obreiro também é liberal na doutrina bíblica, e nos bons e santos costumes da igreja, como o sacerdote Urias (2Rs 16) e as duplas Himeneu e Fileto, e Himeneu e Alexandre (2Tm 2.17-18 e 4.14-15). Aliás, muitos maus obreiros costumam agir em dupla.

O mau obreiro é briguento. Daí, passa a politiqueiro. É divisionista por rebeldia (1Rs 13.26) e reclamador crônico, diferente de Jesus, do qual é dito em Isaías 53.7 que “não abriu a sua boca”. Ele ainda procura ser “independente” e isolado. Geralmente, para ser insubmisso. É constantemente problemático. É um problema para si mesmo. Ele dá problema, gera e depois alimenta o problema. Em outras palavras, ele complica um problema já existente.

Esequiel 34 diz que o mau obreiro larga as ovelhas e o seu campo. Ele tem mau caráter, e isso é altamente comprometedor. Quando ele dá fruto, este não vinga.
Exemplos de maus obreiros

Uma das duplas de maus obreiros célebres nas Escrituras é Nadabe e Abiú. Ela é conhecida como a dupla inovadora (Lv 10.1-10). Coré (Nm 16.13) foi insubmisso ante Moisés, o dirigente constituído por Deus. Aitofel, o gilonita, portanto de Judá (2Sm 15.12-13), era conselheiro pessoal de Davi, mas juntou-se a Absalão na revolta deste contra o rei, seu pai. Por isso, Aitofel é chamado por alguns “o Judas do Antigo Testamento”.

Geazi, o auxiliar do profeta Eliseu, que aparece em 2 Reis 4 em diante, era oportunista, mercenário e ganancioso. Diótrefes (3Jo 9.10) era indelicado, violento e perseguidor. Contrasta com isso a proverbial cortesia de Paulo, como podemos constatar na sua Epístola a Filemom. É como no Templo, onde havia pedras preparadas (1Rs 6.7), mas que não eram vistas (1Rs 6.18).

Abiatar, o sacerdote (2Sm 8.17), ajudou a conduzir a Arca do Senhor (1Cr 15.11), mas foi infiel no final do reino de Davi (1Rs 1.7; 2.27). Joabe, o grande general de Davi (2Sm 8.16), não foi fiel a Davi até o fim (1Rs 1.7; 2.28). Ele juntou-se a Adonias, o filho mais velho de Davi, no seu complô contra o pai.

Há muitas figuras de mau obreiro nas Escrituras. Simei é a do mau obreiro declarado (2Sm 16.5-9, 13). Podemos ver também 2 Samuel 19.18-23 e 2 Reis 2. Ziba, no passado, fora servo do rei Saul (2Sm 9.2). Ele é figura do mau obreiro camuflado (2 Sm 16.1-4; 19.16-17,25-26).

Aimaás, filho do sacerdote Zadoque, era muito apressado. Ele era também um grande corredor, mas não tinha mensagem para entregar, como podemos ver em 2 Samuel 18.19 em diante.
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“veremos o que a Bíblia diz sobre o falso obreiro e o ex-obreiro”.
O falso obreiro

O pseudo obreiro é aquele que nunca foi obreiro de fato. O falso obreiro vê o ministério como uma carreira profissional, uma profissão. Um exemplo é o levita de Juízes 17.6-12 e 18.14.

Paulo escreveu sobre o falso obreiro em suas epístolas. “Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo”, 2Co 11.13. “E isso por causa dos falsos irmãos que se tinham entremetido e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão”, Gl 2.4.

Na assembléia de Jerusalém, apóstolo Tiago falou acerca desses obreiros. “Porquanto ouvimos que alguns que saíram dentre nós vos perturbaram com palavras e transtornaram a vossa alma (não lhes tendo nós dado mandamento)”, At 15.24. João também se referiu a eles: “Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós”, 1Jo 2.19.

No Antigo Testamento, Moisés falou sobre o castigo dos falsos profetas, e descreveu estes como filhos de Belial: “...uns homens, filhos de Belial, saíram do meio de ti, que incitaram os moradores da cidade...”, Dt 13.13.
O ex-obreiro

Ex-obreiro, aqui, não se trata do obreiro jubilado, nem do obreiro licenciado temporariamente, nem do portador de doença crônica etc. Trata-se do obreiro que renunciou e abandonou o seu ministério. É o obreiro que abdica de seu ministério.

Paulo, escrevendo em 1 Coríntios 9.27, fala de sua preocupação quanto à reprovação: “Para que eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”. Demas é um exemplo de obreiro reprovado (2Tm 4.10). Em Filemom, versículo 24, Paulo o cita como um de seus cooperadores. Em Colossenses 4.14, mais uma vez vemos Paulo citando-o com apreço. Mas, em 2 Timóteo 4.10, o apóstolo nos conta o desvio de Demas: “Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica.”

Em Atos 1.25, lemos o relato dos apóstolos acerca de Judas, que também se encaixa nesse perfil. “Neste ministério e apostolado, de que Judas se desviou”, diz o texto bíblico.

Jesus exortou seus discípulos, dizendo do perigo de “quem lança mão do arado, e olha para trás”: “Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus”, Lc 9.62. Paulo, escrevendo em 1 Timóteo 1.6, lembra que alguns obreiros não foram até o fim: “Do que desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas”. Ainda falando a Timóteo, Paulo deixa claro que, infelizmente, “alguns fizeram naufrágio na fé” (1Tm 1.19).

Certa vez, depois um discurso considerado duro, o Mestre perguntou aos doze, os únicos que permaneceram após as usas palavras: “Quereis vós também retirar-vos?” Ao que Simão Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna” (Jo 6.67-68).

Aguardem a conclusão  desse assunto como o bom obreiro pode melhorar.
Em Cristo Jesus
Kleber santos
Fonte:CPAD NEWS
Pastor Antonio Gilberto é consultor doutrinário da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde, mestre em Teologia, graduado em Psicologia, Pedagogia e Letras, membro da diretoria da Global University nos Estados Unidos e escritor.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Culto publico;ou culto ao publico?Qual é a diferença?

Culto publico;ou culto ao publico?
Qual é a diferença?
Estamos vivendo o tempo da descaracterização do culto ao Senhor,muitas igrejas já não mais se reúnem para orar adorar louvar e expor a palavra de Deus nas reuniões.muitos pastores não tem mais compromisso com o Senhor e a sua palavra (cf.1Co.1;17/2Co.2;4,5/Ml.2;5,6),e a sua menbresia tem aceitado mudanças em suas igrejas e púlpitos que tem causado um efeito desagradável ao Senhor, igrejas tem sofrido uma verdadeira metamorfose ambulante ,seus púlpitos estão sendo transformada em palco de shows gospel e picadeiro de circo,o altar da adoração esta caído em ruínas e o Senhor sendo desonrado pelo seu povo.(Is.1;2-6).
Temos visto hoje o culto a personalidade a idolatria tem tomado conta dos púlpitos (Rm.1;21-25),cantores recebendo mais honra do que Deus,pregadores sendo comparado a semi-deus,o profeta Isaías disse que Deus não divide a gloria dele com ninguém.
Igrejas que parecem mais com clubes onde as pessoas vão para se divertir num verdadeiro entretenimento para os membros. Nas igrejas clubes  não tem pregação da palavra e nem oração !!!...pra que? O negocio é se divertir “pular gritar”sair do chão” é a chamada adoração extravagante.A moda é os shows gospel, o lema é.... “aqui você pode tudo menos pecar “(....)as igrejas clubes tem mais se preocupado com os jovens do que os anciãos,segundo os seus lideres dizem que se não adaptarem as igreja aos jovens vão perder-los para o mundo,eu pergunto....,e os anciãos ficam como?.A bíblia tem muito a nos ensinar nessa matéria a igreja não se adapta aos costumes das pessoas nem o do mundo,a cultura da bíblia é uma cultura contra a cultura do mundo o evangelho transforma não deforma.
“A igreja tem de influenciar o mundo,não o mundo a igreja”(Rm.12;2)
Uma outra característica que vem sendo mudada na igreja é a comercialização das bênçãos e das pessoas.São chamadas as “igrejas supermercado”  seus cultos e púlpitos são transformado em comercio; vendedor(pregador)mercadoria(benção) e os consumidores (pessoas).(2Pd.2;2,3)
“O sincretismo  e o pragmatismo religioso tem tomado conta das igrejas” (Is.29;13)
As igrejas supermercado tem feito dos seus cultos um verdadeiro comercio,poderíamos chamar de vendas de indulgencia .você deve se lembra do que aconteceu quando Moises foi ao monte fala com Deus e deixou seu irmão Arão tomando conta do povo,pra não perder a popularidade com o povo Arão fez um BEZERRO DE OURO.isso fez com a ira do Senhor se acendesse,tem muito pastor negociado o inegociável com Deus para poder segurar as pessoas nas suas igrejas.
“O pastor tem de ter compromisso com Deus e sua palavra” (Gl.1;10,11)
É quando começa a descaracterização e desqualificação  do verdadeiro culto ao Senhor.As reuniões são para buscar a benção o milagre e não para buscar a Deus acima de todas as coisas.É quando o Senhor deixa de ser adorado pelo que E’le é pra ser adorado pelo que ele tem pra dar.isso gera falta de temor e tremor a Deus.
“Nós amamos o Senhor pelo que Ele fez por nós na cruz do calvário”   
Restaura-nos para ti, Senhor, para que voltemos; renova os nossos dias como os de antigamente, a não ser que já nos tenhas rejeitado completamente e a tua ira contra nós não tenha limite!
Lamentações 5:21-22(NVI)
EM CRISTO JESUS
Kleber santos