domingo, 10 de julho de 2011

Orando em Favor de Ministérios Paraeclesiásticos

Apresento seis reflexões a respeito de como orar por ministérios paraeclesiásticos:
1. Deve haver alguma diferença entre a maneira como oro pela igreja local e a maneira como oro por uma organização paraeclesiástica? Não e sim.
Não, porque em ambos os casos estou orando por irmãos e irmãs em Cristo, e, em ambos os casos, o foco de minha oração deve ser o tipo de coisas pelas quais os apóstolos oravam. Por exemplo,
• Que o amor desses irmãos e irmãs aumente cada vez mais, em conhecimento e profundeza de percepção, e sejam capazes de discernir o que é melhor (Fp 1.9-10).
• Que Deus os torne dignos de sua vocação e, pelo seu poder, cumpra todo desejo de bondade e toda obra de fé (2 Ts 1.11).
• Que eles tenham poder, juntamente com o povo de Deus, para compreender as ilimitadas dimensões do amor de Cristo por eles, para que se tronem maduros (Ef 3.17-19).
• e assim por diante.
Devemos orar em favor de pessoas. E, quando oramos por irmãos e irmãs em Cristo reunidos na igreja local ou trabalhando no contexto de uma organização paraeclesiástica, estamos orando por pessoas.
Por outro lado, sim, há uma diferença: o fato de que a igreja é a única organização humana sancionada e designada pelas Escrituras da nova aliança, a única organização que é chamada de corpo de Cristo. Em um nível ou outro, a distinção terá implicações para nós, como veremos. Todavia, considere como posso orar pelo ministério de Bob e Sally Smith (os nomes foram mudados), que trabalham na tradução da Bíblia para várias línguas em Papua Nova Guiné, sob os auspícios da Wycliffe Bible Translators/SIL. Embora eu saiba que Bob e Sally foram enviados e são sustentados por igrejas locais específicas, penso sobre eles no contexto da organização em que estão cumprindo seu ministério específico e oro pelos detalhes do ministério deles, incluindo o funcionamento da sua missão, de maneiras que raramente se aplicam em âmbito geral.
2. Suponho que é possível orar "em favor de todas as organizações verdadeiramente cristãs em todos os lugares" ou algo desse tipo, mas, na realidade, esse tipo de oração geral é comumente imatura ou indolente ou ambas as coisas.
Talvez orarei mais inteligente e proveitosamente em favor de organizações paraeclesiásticas com as quais tenho conexões especiais. Talvez seja uma organização à qual sou filiado (por exemplo, The Gospel Coalition) ou na qual temos amigos íntimos em cujo ministério estou envolvido de alguma maneira (por exemplo: Together for the Gospel, Wycliffe Bible Translators/SIL). Pelo menos, serão organizações que Deus colocou em meu coração por alguma razão – talvez porque tenho observado a natureza estratégica de sua obra e quero pedir a Deus que preserve e aprofunde essa obra.
3. A Bíblia estabelece os detalhes referentes à organização, responsabilidade e papéis distintos de vários líderes na igreja local (embora as importantes passagens bíblicas sejam entendidas de diversas maneiras por cristãos diferentes). Isso significa que minhas orações em favor de bênçãos específicas, ou resultados, ou disciplina no contexto da igreja serão moldadas pelo meu entendimento dessas passagens. A Bíblia não estabelece os detalhes referentes à organização de The Gospel Coalition ou de Wycliffe Bible Translators/SIL. No entanto, a Bíblia nos diz muito sobre a moralidade, a qualidade de vida, a integridade de relacionamentos, o amor e o compromisso sincero para o serviço de todos os cristãos. Enquanto cristãos servem em organizações paraeclesiásticas, há muito pelo que podemos orar no que diz respeito a estruturas, disciplina e relacionamentos nas organizações paraeclesiásticas, embora os detalhes da organização sejam menos claramente designadas na Bíblia.
4. Organizações cujos alvos são moldados pelas prioridades do evangelho e estabelecidos em submissão sincera ao senhorio do Rei Jesus, como revelado na Escritura, devem ter prioridade em nossas orações, uma prioridade que outras organizações não devem ter. Inevitavelmente, isso implica que tem de haver algum esforço de nossa parte para avaliar a fidelidade do compromisso da organização com alvos dignos. Um seminário que se esforça constantemente para ser fiel às Escrituras e rico de entendimento do evangelho, enquanto treina pessoas para servir a Cristo, deve exigir oração de intercessão dos cristãos com o propósito de que Deus faça esse ministério prosperar cada vez mais. De modo correspondente, se o seminário começa a desviar-se das Escrituras, os crentes devem sentir-se impelidos a orar por ação corretiva, por mudanças necessárias na liderança, por arrependimento. No pior dos casos, pode ser sábio orar contra a instituição, exatamente porque ela está causando grande dano por corromper a fé no Deus vivo.
5. Às vezes, sinto um dever especial de orar por organizações paraeclesiásticas que passam por transições que as purificará e as tornará mais fiéis. Posso pensar em quatro ou cinco seminários ou faculdades teológicas pelos quais tenho orado durante as últimas três décadas, instituições que estavam sendo rejuvenescidas e trazidas de volta à harmonia com as Escrituras por líderes que lutavam para reformar suas organizações. Às vezes, as orações são feitas em favor de pessoas específicas; por exemplo: que Deus frustre os esforços daqueles que estão desviando a organização; que Deus os substitua por servos fiéis da Palavra, e coisas assim. É claro que há analogias na maneira como oramos pelas igrejas locais.
6. Sou atraído a orar por organizações paraeclesiásticas que buscam conscientemente fortalecer as igrejas locais, organizações que se vêem como extensões úteis das igrejas e cujos líderes são responsáveis a igrejas locais. Tenho muito mais suspeita de organizações que estão constantemente falando como se fossem superiores às igrejas, não manifestam amor pela igreja e competem com as igrejas – e, ao mesmo tempo, batem às portas das igrejas para pedir mais dinheiro para o sustento de seus "ministérios". Pelo primeiro tipo de organização, sinto-me feliz em orar – de fato, posso orar para que a organização tenha melhor relacionamento e, até, seja mais integrada com as igrejas locais. Pelo segundo tipo, eu raramente oro, exceto, no pior dos casos, contra elas.

fonte:www.editorafiel.com.br
em cristo jesus
kleber santos

escrito por:D. A. Carson

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Todas as religiões levam a Deus?


Resposta: A existência de tantas religiões e a afirmação de que todas as religiões levam a Deus com certeza confundem muitas pessoas que estão sinceramente procurando pela verdade sobre Deus. O resultado final acaba sendo que essa pessoa acaba sendo derrotada pelo desafio de realmente alcançar verdade absoluta no assunto. Ou então acabam adotando a posição universalista de que todas as religiões levam a Deus. Naturalmente, céticos apontam para a existência de muitas religiões como prova de que não se pode conhecer a Deus ou então que Ele não existe.
Romanos 1:19-21 contém a explicação bíblica para a existência de tantas religiões: “Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu”. O significado dessas passagens bíblicas é bem claro. Todo ser humano vê e conhece a verdade sobre Deus, pois Deus fez com que fosse assim. Ao invés de aceitar a verdade sobre Deus e se submeter a ela, a maioria dos seres humanos a rejeitam e procuram a sua própria forma de compreender a Deus. No entanto, isso não o leva a esclarecimento sobre Deus, mas à futilidade de raciocínio. É aqui que encontramos a explicação para ‘tantas religiões”.
Muitas pessoas não querem acreditar em um Deus que exige retidão e moralidade, por isso acabam inventando um “deus” que não tem essas exigências. Muitas pessoas não querem acreditar em um Deus que declara ser impossível merecer ir ao céu através de boas obras. Por isso eles inventam um “deus” que permite que certas pessoas entrem no céu se elas seguirem certos passos, seguirem certas regras e/ou obedecerem certas leis, pelo menos da melhor forma possível. Muitas pessoas não querem um relacionamento com um Deus que é soberano e onipotente. Por isso imaginam Deus como sendo uma força mística, ao invés de uma autoridade pessoal e soberana.
A existência de tantas religiões não é um argumento contra a própria existência de Deus ou um argumento de que a verdade sobre Deus não é clara. Ao contrário, a existência de tantas religiões é a demonstração da rejeição da humanidade do Deus verdadeiro e da Sua substituição por deuses que agradam seus seguidores. “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna”. (Gálatas 6:7-8).
Todas as religiões levam a Deus? Sim. Todas com exceção de apenas uma leva ao Seu julgamento, e apenas uma leva ao Seu perdão e vida eterna – Cristianismo. Qualquer que seja a religião aderida, todos nós encontraremos a Deus depois da morte (Hebreus 9:27). Todas as religiões levam a Deus, mas apenas uma religião vai resultar em Deus nos aceitando, porque apenas através de Seu plano divino de salvação através de Jesus Cristo alguém pode se aproximar Dele com confiança. A decisão de aceitar a verdade sobre Deus é muito importante por um simples motivo: a eternidade é muito longa para estarmos errados. Por isso pensar sobre Deus da forma correta é de grande importância.

Fonte: Got Questions
Em Cristo Jesus
Kleber Santos

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Deus está em todo lugar?

Deus está em todo lugar?
A revista Despertai!, edição de abril de 2011, na página 28 traz um artigo com o título DEUS ESTÁ EM TODO O LUGAR? e desenvolve o seguinte comentário: “Muitas pessoas acreditam que Deus é onipresente, ou seja, que ele está literalmente em todo lugar e em tudo. No entanto, o sábio Rei Salomão fez o seguinte pedido: “Que tu mesmo ouças desde os céus, teu lugar estabelecido na morada”. (I Reis 8.30). Portanto, segundo a Bíblia, Jeová Deus tem um lugar de morada. Salomão se referiu a esse lugar como "os céus".
PR. NATANAEL: Será que o Deus das tejotas é limitado a tal ponto que não possui o atributo da onipresença, e que esteja limitado a um lugar como se fosse um de nós, limitados dentro do nosso corpo físico, sem saber o que ocorre a algumas distâncias de nós?

Pelo que entendemos da declaração de sua revista Despertai! Citada parece mesmo que se trata de um deus estranho esse adorado por essa organização religiosa.
O que significa a palavra teológica ONIPRESENÇA?

O vocábulo teológico ONIPRESENÇA se refere à natureza ilimitada de Deus ou à sua capacidade de estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Deus não é como os ídolos de pedra dos povos antigos, que estavam limitados a um altar ou templo específico. Deus se revela na Bíblia como o Senhor que está em toda parte. Salmos 139:7 – “Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? 8 - Se subir ao céu, lá tu estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. 9 - Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, 10 - Até ali a tua mão me guiará e a tua destra me susterá. 11 - Se disser: Decerto que as trevas me encobrirão; então a noite será luz à roda de mim. 12 - Nem ainda as trevas me encobrem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa;”
O texto bíblico citado de I Reis 8.30 que diz ter Deus tem um lugar para sua morada no céu, impede que Deus não seja onipresente?
Depois de lermos o Salmo 139.7-12 como poderíamos aceitar que pelo fato de Deus ter um lugar para sua morada no céu, ele deixaria de ser onipresente? Muitos outros textos da Bíblia perderiam o seu significado se esse entendimento fosse correto. Como prova do que dizemos destacamos o atributo da onipresença de Deus sem que possa isso ser contestado. O discurso de Paulo em Atenas deixa claro. Diz ele: Atos 17:24 – “O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; 25 - Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas; 26 - e de um só fez todas as raças dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação 27 - Para que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, o pudessem achar; ainda que não está longe de cada um de nós; 28 - Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.” Para melhor compreensão do texto lido destacamos o versículo 27 “... ainda que não está longe de cada um de nós”. Não seria óbvio que, para ele não estar longe de cada de um de nós em todo o mundo, só possuindo mesmo o atributo da onipresença é que isto poderia acontecer? E não vemos qualquer problema para Deus considerando que ele é espírito em sua natureza. E como espírito que ele está em todo lugar. Disse Jesus: João 4:24 – “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”
Não é realmente paradoxal saber que, enquanto as tejotas fazem questão de pronunciar um dos nomes de Deus – Jeová– ao mesmo tempo em que ensinam uma heresia acerca da própria natureza de Deus negando sua onipresença?
Realmente paradoxal. O próprio Deus disse a Jeremias: "Sou eu apenas Deus de perto, diz o Senhor, e não também Deus de longe? Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o Senhor. Porventura não encho eu o céu e a terra? diz o Senhor" (Jer. 23:23-24). E ainda Deus disse a Jó: "Quem prepara ao corvo o seu alimento, quando os seus pintainhos clamam a Deus e andam vagueando, por não terem o que comer?" (Jó 38:41) Jó depois disse: que Deus "anda sobre as ondas do mar" (Jó 9:8); e: "Eis que ele passa junto a mim, e, não o vejo; sim, vai passando adiante, mas não o percebo" (Jó 9:11). Como poderia, portanto Deus encher o céu e a terra e preparar aos corvos que existem sobre a face de toda a terra o seu alimento, e andar sobre as ondas do mar, não importa se estas ondas estão no oceano Atlântico, no Pacífico, ou no Índico, e como poderia passar junto de nós sem que nós o percebêssemos, se Ele não fosse onipresente? O deus que servem as tejotas é um deus estranho e diferente do Deus da Bíblia.
Por:Pr: Natanael Rinaldi           Fonte: CACP - Centro Apologético Cristão de Pesquisas –

sábado, 2 de julho de 2011

Lucas 18;A parábola do(s) injusto(s) juiz(es) [STF]

       Lucas 18;
A  parábola  do(s) Juiz (es) Injusto

E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer,Dizendo:    
 Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem.Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário.E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito.E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz.E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?Digo-vos que depressa lhes fará justiça. Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?(Lc.18.1-8)
Minha reflexão:
O poder maior da justiça do nosso Pais (o STF Supremo tribunal Federal) aprovou nesses ultimos dias a legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo,por votação unanime ,”10 á 0”,e a marcha da maconha por 8 á 0 também.
Eu quero contextualizar essa parábola de Jesus com a sociedade contemporânea de hoje.
O Mestre por excelência Jesus começa essa parábola exortando os discipulos a terem uma vida de oração,ou seja orar com instância (tg.5.17) ;
logo em seguida, “Jesus”começa falando de  um Juiz que não temia a Deus e nem respeitava os homens daquela cidade,e uma mulher viuva que tinha um problema na justiça contra um adversário.
A Similaridade
*Os Juizes do STF parece que não tem temor a Deus e ném respeitam a opinião de ninguém da sociedade .(familia)
Maltratam as pessoas com suas leis e decisões esdrúxulas e sem fundamento nenhum.[....],como era o caso da viuva ,o juiz naõ tinha tempo para atende-la e ouvir a sua queixa contra o seu adversário.
será que os juizes do STF quiseram saber da opinião da sociedade ?[....] (as familias).
“Uma senadora que os apoia já mandou irem até o STF para reivindicar que o PL 122 seja aprovado, e pra tristeza nossa vai ser aprovado também”.
conclusão
*Mas um dia esse(s) mesmo(s)  Juiz(es) carrasco e cruel resolveu atende-la (a familia),e resolve a sua causa na Justiça pra que ela (familia brasileira) não o pertube mais.                                                                                                                                               
E o Senhor Jesus disse;ouvi o que disse esse injusto Juiz (o STF).
*Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,Todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte, e me importune muito.
Mesmo sem temer a Deus e aquela viuva o injusto juiz resolveu atende-la e fazer justiça a sua causa.

Assim é o Senhor dos Exercitos ,a igreja vai orar com instâcia ao seu Justo Juiz que é soberano ,e Ele vai responder ao clamor dos Escolhidos (a igreja),e vai responder,como fez com Elias no monte carmelo ,com Fogo do Céu ,e a igreja do brasil vai dizer que só o SENHOR É DEUS .”aleluia glorias a Deus”
É orando e marchando na presença do SENHOR o JUSTO JUIZ que a vitoria virá.
Quantos podem dizer Amém?
Em Cristo Jesus
Kleber santos

quarta-feira, 29 de junho de 2011

óleo ungido?

Igreja Universal distribuí óleo consagrado em Israel aos fiéis na Europa
Por:Kleber santos
Fonte: Gospel Prime   / Com informações Arca Universal
Gostaria de fazer um comentário sobre esse assunto (ou modismo na igreja IURD), muitos não gostam quando alguém faz algum comentário sobre suas igrejas e suas praticas “gritam logo quem é você pra julgar “
Em palavras negrito coloco minha opinião sobre tal pratica, mais antes quero  fazer uma simples observação             “o que é pragmatismo?”
Pragma tem a ver com prática, com experiência, e por isso falamos em pragmatismo. É uma filosofia que leva em conta a experiência, em todos os sentidos. É olhando para experiência que vemos que a vantagem tem sido uma conselheira da humanidade. Às vezes isso é tiro pela culatra. Mas teríamos outra coisa senão a experiência – a nossa e a de outros – para tomar como um guia de nossas decisões?                                                                                                                                                                    Richard Rorty (1931-2007), um dos principais filósofos do pragmatismo
O elemento foi consagrado na Terra Santa e foi entregue aos participantes dos cultos No último domingo, 12, as Igrejas Universais do Reino de Deus da Europa entregaram aos fiéis o “Óleo da Resposta” elemento consagrado na Terra Santa para trazer respostas para diversos problemas como problemas de família, doenças e etc.
R:parece que na igreja IURD o sacrifício de Jesus na cruz do calvário não tem efeito  nenhum .... João diz “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”.(jo.1.9)
O Centro de Ajuda Espiritual (como é chamado os templos da IURD na Europa) de Roma teve um apelo especial, o pastor Wagner Simões orou pelos que estavam doentes, depressivos e sob o domínio dos vícios, determinando a libertação e cura de todos.
R:a influencia da confissão positiva na IURD é fora do normal , Segundo a teologia do triunfo, o crente deve “decretar”, “determinar”, “profetizar” bênçãos materiais e espirituais — nessa ordem — para a sua vida, além de exigir a saúde física como um direito. Tudo gira em torno da fé, vista como a mais importante virtude da vida cristã. Mas isso não é a fé saudável, bíblica, e sim a egolátrica fé na fé. Conquanto precisemos de fé para agradar a Deus (Hb 11.6) e sejamos vencedores, em Cristo (Rm 8.37 e 1Co 15.57), essa virtude sem as obras é morta (Tg 2.17,24,26; 2Pd 1.5-9; Ef 2.8-10 e 1Co 13.2,13).
Ele também explicou que a força do óleo não está na composição física, mas no que ele representa. “O óleo representa o Espírito Santo. E somente Ele é capaz de guiar, orientar e trazer uma vida plena de felicidade para o ser humano”, explicou.
R:o óleo,a rosa o sal, a vela que queima a inveja,reunião dos 318 ,nada disso é superior ao poder  do  precioso SANGUE de Jesus  ...o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado (Jo.1,7)
A igreja se baseia no versículo de Marcos 6:13 para justificar a entrega do óleo consagrado em Israel. “E expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam,” diz o texto bíblico.
R:é muito simples fazer da bíblia o que quiser ,o conselho de Pedro para esses impostores é”.... como faz também em todas as suas epístolas, nelas falando disto, nas quais há algumas coisas difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, como o fazem também com as demais Escrituras, para a sua perdição.Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, acautelai-vos, para que não suceda que, levados pelo erro dos insubordinados, caiais da vossa firmeza,(2Pd.3,16,17)
No site Arca Universal há o testemunho de uma jovem senhora, Carla Maciel, que estava com problemas financeiros e passou a frequentar a IURD e com a ajuda dessas campanhas conseguiu recuperar suas finanças.
 “Meu marido trabalhava como contador em uma empresa alemã, que faliu. Com isso, os alimentos básicos como, por exemplo, o pão e a carne faltavam na minha casa, pois o dinheiro acabava e o mês continuava. Como se não bastassem às dificuldades financeiras, eu e meu marido passamos a brigar constantemente”, lembra.Depois de participar dos cultos no Centro de Ajuda Espiritual ela conquistou uma casa e seu marido conseguiu êxito profissional. “Hoje temos uma vida financeira estável,” diz.
conclusão
R: Quando um crente é estimulado a só pensar em bênçãos, torna-se cada vez mais egocêntrico e individualista. Ele não freqüenta as reuniões da igreja a fim de cultuar a Deus, e sim para satisfazer as suas necessidades. A sua fé é direcionada apenas à consecução de vitória, ignorando que os heróis da fé fecharam as bocas dos leões e escaparam da espada (Hb 11.33-34), mas também, pela mesma fé, foram maltratados, torturados, apedrejados, serrados e desamparados (Hb 11.25,35-38). O triunfalismo afasta o crente da sã doutrina sem que ele perceba, levando-o a pensar que as aflições não são uma realidade da vida cristã (1Pd 5.8-10; 2Co 8.1-2; Rm 8.18; 2Co 1.6; 1Pd 2.19-21 e 2Tm 3.12). A nossa vitoriosa caminhada rumo ao Céu deve ser caracterizada pela renúncia do “eu” (Lc 9.23; Fp 3.13-14; 2Tm 2.3; 2Co 1.5 e 2.4).

Respeitosamente ;
Em Cristo Jesus
Kleber Santos
Bibliografia ; 
    jornal Mensageiro da Paz, da CPAD.outubro 2008
Comentarista Pr:Ciro Sanchez


terça-feira, 28 de junho de 2011

As falsas profetisas

EZEQUIEL 13.17-23O SENHOR disse: — Agora, homem mortal, olhe para as mulheres do seu povo que inventam profecias. Fale contra elas e diga-lhes que o SENHOR Deus diz o seguinte: "Ai de vocês! Pois, a fim de terem poder sobre a vida dos outros, vocês fazem benzeduras em pulseiras para todos e preparam véus enfeitiçados para pessoas de todas as idades. A fim de tirarem vantagens, vocês querem usar o poder de vida e de morte no meio do meu povo. Vocês me desrespeitam na frente do meu povo a fim de conseguir uns punhados de cevada e alguns pedaços de pão. Vocês matam pessoas que não deveriam morrer e deixam vivas pessoas que não merecem viver. Por isso, dizem mentiras ao meu povo, e eles acreditam." Agora, o que o SENHOR Deus diz é isto: — Eu detesto as pulseiras enfeitiçadas que vocês usam para controlar a vida e a morte. Eu as arrancarei dos seus braços e deixarei livres as pessoas que vocês estavam controlando. Rasgarei os seus véus e livrarei o meu povo do poder de vocês, de uma vez por todas. Então todos ficarão sabendo que eu sou o SENHOR. — Com as mentiras que pregam, vocês desanimam as pessoas direitas. Vocês também dizem às pessoas más que não abandonem o mal e assim não deixam que elas se salvem. Por isso, agora as suas falsas visões e as suas profecias mentirosas se acabaram. Eu vou livrar o meu povo do poder de vocês, de modo que vocês ficarão sabendo que eu sou o SENHOR.

Em Cristo Jesus
kleber santos

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dinheiro e Possessões em Provérbios

A Bíblia fala muito a respeito de dinheiro e possessões. Há muitos versículos que se referem a riqueza e pobreza. No que diz respeito a alguns assuntos, podemos hesitar porque a Bíblia diz muito pouco sobre eles. O que devemos pensar sobre bronzeamento? Bem, não temos muitas instruções específicas; por isso, não podemos ser dogmáticos nesse assunto.
No entanto, em referência a dinheiro e possessões, há um problema oposto. Porque a Bíblia fala muito sobre dinheiro, é tentador desenvolvermos um teologia desequilibrada sobre dinheiro.
Por um lado, é fácil percebermos de onde vem a teologia da prosperidade. Tire de seu contexto nacional algumas poucas promessas da aliança mosaica, tome a promessa de Malaquias 3 a respeito de abrir as janelas do céu, misture com algumas afirmações de Jesus sobre receber o que você pede com fé, e assim você constituirá um pequeno evangelho de saúde e prosperidade.
Por outro lado, é possível surgir com uma desequilibrada teologia de austeridade. Ressalte que Jesus nunca teve onde reclinar a cabeça, recorra à história do jovem rico, enfatize a parábola do rico insensato, e você terá uma teologia que diz que o dinheiro é mau, como o são aqueles que o têm.
Você poderia formar um argumento bíblico de que Deus ama os ricos. Apenas considere Abraão, Jó e Zaqueu. Veja a maneira como Deus abençoou reis obedientes. Considere a visão do deleite cósmico no jardim e na era por vir.
Você também pode facilmente elaborar um argumento bíblico de que Deus odeia os ricos. Pense na história do rico e Lázaro. Considere o livro de Tiago. Observe a versão de Lucas sobre o Sermão do Monte.
Então, como devemos pensar sobre dinheiro e possessões? Que princípios bíblicos devemos ter em mente quando consideramos riqueza e pobreza, quando lidamos com nossa própria pobreza ou riqueza? Há algumas poucas coisas que a Bíblia diz com mais freqüência. E isso é bom, porque há poucas coisas tão relevantes para pessoas em todos os lugares como ter uma boa teologia sobre dinheiro.
Onde começar
O livro de Provérbios é um ótimo ponto de partida para desenvolvermos uma teologia bíblica sobre possessões materiais. Para iniciantes, há muitos versículos sobre este assunto. E, o que é mais importante, há várias linhas diferentes de ensino sobre o assunto. Se você começasse por Gênesis, poderia concluir que Deus sempre faz seu povo prosperar. Se começasse por Amós, poderia pensar que todas as pessoas ricas são opressoras. Mas Provérbios examina riqueza e pobreza sob vários ângulos. E, porque Provérbios é um livro de máximas gerais, os princípios que encontramos nos provérbios são mais facilmente transferíveis ao povo de Deus em diferentes épocas e lugares.
Recentemente, num domingo à noite, dei à minha congregação dez princípios extraídos de Provérbios sobre dinheiro e possessões materiais. Não quero apresentar todo o sermão aqui, mas achei que valeria a pena alistar, pelo menos, os pontos principais. Talvez eu possa apresentar os detalhes posteriormente.
Darei os pontos em ordem de quanto o livro de Provérbios diz sobre um princípio específico. Essa maneira de apresentá-los terminará com os temas mais importantes.
Dez princípios sobre dinheiro e possessões extraídos de Provérbios
1. Há extremos de riqueza e pobreza que oferecem tentações singulares à que vivem nesses extremos (Pv 30.7-9).
2. Não se preocupe em acompanhar o estilo de vida de seus amigos e vizinhos (Pv 12.9; 13.7).
3. Os ricos e os pobres são mais semelhantes do que pensam (Pv 22.2; 29.13).
4. Você não pode dar mais do que Deus (Pv 3.9-10; 11.24; 22.9).
5. A pobreza não é agradável (Pv 10.15; 14.20; 19.4).
6. O dinheiro não lhe pode dar segurança final (Pv 11.7; 11.28; 13.8).
7. O Senhor odeia aqueles que ficam ricos por meio de injustiça (21.6; 22.16, 22-23).
8. O Senhor ama aqueles que são generosos para com o pobre (Pv 14.21, 31; 19.7; 28.21).
9. Trabalho árduo e boas decisões levam geralmente a maior prosperidade (Pv 6.6-11; 10.4; 13.11; 14.24; 21.17, 20; 22.4, 13; 27.23-27; 28.20).
10. O dinheiro não é tudo. Não satisfaz (Pv 23.4-5). É inferior à sabedoria (Pv 8.10-11, 18-19; 24.3-4). É inferior à justiça (Pv 10.2; 11.4; 13.25; 16.8; 19.22; 20.17; 28.6). É inferior ao temor do Senhor (Pv 15.16). É inferior à humildade (Pv 16.19). É inferior a bons relacionamentos (Pv 15.17; 17.1).
Chegando a conclusões delicadas e achando a Cristo
Você não pode entender o ponto de vista bíblico sobre o dinheiro se não está preparado para aceitar diversas verdades mantidas em tensão.
Você talvez obtenha mais dinheiro se trabalhar bastante e for cheio de sabedoria. Mas, se toda a sua preocupação é obter mais dinheiro, você é um grande insensato.
O dinheiro é uma bênção da parte de Deus, mas você será mais abençoado se o der.
Deus lhe dá dinheiro porque ele é generoso; mas ele é generoso com você para que você seja generoso com os outros. E, se você é generoso em dar seu dinheiro, Deus será, provavelmente, mais generoso com você.
É sábio economizar dinheiro, mas não pense que o dinheiro lhe dá verdadeira segurança.
Riqueza é mais desejável do que pobreza, mas a riqueza não é tão boa quanto justiça, humildade, sabedoria, bons relacionamentos e o temor do Senhor.
Em 1 Coríntios 1.30-31, lemos que Cristo é para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, para que, como está escrito: &Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor&. O dinheiro não pode lhe dar qualquer das coisas que você necessita essencialmente. Não pode torná-lo santo. Não pode torná-lo justo. Não pode salvá-lo de seus pecados. A riqueza é um sinal de bênção, mas é também uma das maiores tentações porque seduz você a gloriar-se em si mesmo. O dinheiro promete ser a sua dignidade e promete torná-lo auto-suficiente. Ele o convida a gloriar-se em outras coisas ou em outras pessoas, exceto no Senhor.
Portanto, dinheiro é totalmente uma questão de fé. Creia que fazer coisas à maneira de Deus é o melhor caminho para você. Creia que, se você der seu dinheiro, Deus pode dá-lo de volta. Creia que o dinheiro pode ser bom. Mas não ouse crer que ele é tudo. O dinheiro é um dom de Deus, mas os dons de que você realmente precisa só podem ser achados em Deus.

Em Cristo Jesus
kleber santos
fonte site :www.editoraFiel.com.br
Traduzido por: Wellington Ferreira

Kevin DeYoung é o pastor da University Reformed Church em East Lasing, MI, EUA. Obteve sua graduação pelo Hope College e seu mestrado pelo Gordon-Conwell Theological Seminary. É autor de diversos livros, preletor em conferências teológicas e pastorais, é cooperador do ministério "The Gospel Coalition" e mantém um Blog na internet "DeYoung, restless and reformed". Kevin é casado com Trisha com quem tem 4 filhos