segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pensamento do Dia!

A coisa mais importante que o cristão precisa saber é conhecer a DEUS com todo seu entendimento para poder ama-lo.
O próprio Senhor Jesus disse que,
“conhecê-lo e conhecer ao Pai é a própria vida eterna (João 17.3).

Em Cristo Jesus
Kleber Santos

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Revista-Lição Bíblica CPAD 3º trimestre 2012


-Vencendo as Aflições da Vida-

TEMA: Vencendo as Aflições da Vida
Muitas são as aflições do justo,
mas o Senhor a livra de todas (Sl 34.19)
COMENTARISTA: Pr. Eliezer de Lira e Silva

Lição 1 – No Mundo Tereis Aflições
Lição 2 – A Enfermidade Na vida do Crente
Lição 3 – A Morte para o Verdadeiro Cristão
Lição 4 – Superando os Traumas da Violência Social
Lição 5 – As aflições da Viuvez
Lição 6 – A Despensa Vazia
Lição 7 – A Divisão Espiritual no Lar
Lição 8 – A Rebeldia dos Filhos
Lição 9 – A Angústia das Dívidas
Lição 10 – A Perda dos Bens Terrenos
Lição 11 – Inveja, um Grave Pecado
Lição 12 – As Dores do Abandono
Lição 13 – A Verdadeira Motivação do Crente
Lição 14 – A Vida Plena nas Aflições
Fonte :Portal EBD


domingo, 22 de abril de 2012

Pensamento do Dia....

“Estou desesperado por Deus, eu não me satisfaço nas coisas deste mundo, eu me satisfaço em Jesus o Cristo. A minha alegria é a alegria dEle. Estou  vivendo desesperadamente, A minha satisfação estar em ama-lo e adora-lo acima de qualquer coisa deste mundo”....
“Estou desesperado por ti, Senhor da Gloria”.....
Em Cristo Jesus
Kleber Santos

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Precisamos Novamente de Homens de Deus

Precisamos  Novamente  de  Homens  de  Deus                                                    


Por:A.W.Tozer
A igreja, neste momento, precisa de homens, o tipo certo de homens, homens ousados. Afirma-se que necessitamos de avivamento e de um novo movimento do Espírito; Deus, sabe que precisamos de ambas as coisas. Entretanto, Ele não haverá de avivar ratinhos. Não encherá coelhos com seu Espírito Santo.

A igreja suspira por homens que se consideram sacrificáveis na batalha da alma, homens que não podem ser amedrontados pelas ameaças de morte, porque já morreram para as seduções deste mundo. Tais homens estarão livres das compulsões que controlam os homens mais fracos. Não serão forçados a fazer as coisas pelo constrangimento das circunstâncias; sua única compulsão virá do íntimo e do alto.
Esse tipo de liberdade é necessária, se queremos ter novamente, em nossos púlpitos, pregadores cheios de poder, ao invés de mascotes. Esses homens livres servirão a Deus e à humanidade através de motivações elevadas demais, para serem compreendidas pelo grande número de religiosos que hoje entram e saem do santuário. Esse homens jamais tomarão decisões motivados pelo medo, não seguirão nenhum caminho impulsionados pelo desejo de agradar, não ministrarão por causa de condições financeiras, jamais realizarão qualquer ato religioso por simples costume; nem permitirão a si mesmos serem influenciados pelo amor à publicidade ou pelo desejo por boa reputação.

Muito do que a igreja faz em nossos dias, ela o faz porque tem medo de não fazê-lo. Associações de pastores atiram-se em projetos motivados apenas pelo temor de não se envolverem em tais projetos.

Sempre que o seu reconhecimento motivado pelo medo (do tipo que observa o que os outros dizem e fazem) os conduz a crer no que o mundo espera que eles façam, eles o farão na próxima segunda-feira pela manhã, com toda a espécie de zelo ostentoso e demonstração de piedade. A influência constrangedora da opinião pública é quem chama esses profetas, não a voz de Jeová.

A verdadeira igreja jamais sondou as expectativas públicas, antes de se atirar em suas iniciativas. Seus líderes ouviram da parte de Deus e avançaram totalmente independentes do apoio popular ou da falta deste apoio. Eles sabiam que era vontade de Deus e o fizeram, e o povo os seguiu (às vezes em triunfo, porém mais frequentemente com insultos e perseguição pública); e a recompensa de tais líderes foi a satisfação de estarem certos em um mundo errado.

Outra característica do verdadeiro homem de Deus tem sido o amor. O homem livre, que aprendeu a ouvir a voz de Deus e ousou obedecê-la, sentiu o mesmo fardo moral que partiu os corações dos profetas do Antigo Testamento, esmagou a alma de nosso Senhor Jesus Cristo e arrancou abundantes lágrimas dos apóstolos.

O homem livre jamais foi um tirano religioso, nem procurou exercer senhorio sobre a herança pertencente a Deus. O medo e a falta de segurança pessoal têm levado os homens a esmagarem os seus semelhantes debaixo de seus pés. Esse tipo de homem tinha algum interesse a proteger, alguma posição a assegurar; portanto, exigiu submissão de seus seguidores como garantia de sua própria segurança. Mas o homem livre, jamais; ele nada tem a proteger, nenhuma ambição a perseguir, nenhum inimigo a temer. Por esse motivo, ele é alguém completamente descuidado a respeito de seu prestígio entre os homens. Se o seguirem, muito bem; caso não o sigam, ele nada perde que seja querido ao seu coração; mas, quer ele seja aceito, quer seja rejeitado, continuará amando seu povo com sincera devoção. E somente a morte pode silenciar sua terna intercessão por eles.
Sim, se o cristianismo evangélico tem de permanecer vivo, precisa novamente de homens, o tipo certo de homens. Deverá repudiar os fracotes que não ousam falar o que precisa ser externado; precisa buscar, em oração e muita humildade, o surgimento de homens feitos da mesma qualidade dos profetas e dos antigos mártires. Deus ouvirá os clamores de seu povo, assim como Ele ouviu os clamores de Israel no Egito. Haverá de enviar libertação, ao enviar libertadores. É assim que Ele age entre os homens.

E, quando vierem os libertadores... serão homens de Deus, homens de coragem. Terão Deus ao seu lado, porque serão cuidadosos em permanecer ao lado dEle; serão cooperadores com Cristo e instrumentos nas mãos do Espírito Santo...

Fonte: Editora Fiel

domingo, 15 de abril de 2012

Por Que Deus Deixou Paulo se Tornar um Assassino?

Por que Deus deixou Paulo
se tornar um assassino?
Nós sabemos que antes de Paulo nascer, Deus já o tinha separado para seu apostolado.
Ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse aos gentios. (Gálatas 1:15-16).
E nós sabemos que Paulo se tornou um odiador de cristãos (Atos 9:1), perseguidor de cristãos (Atos 9:5), zeloso (Filipenses 3:6; Gálatas 1:14) antes de se converter. Para todo o sempre ele chamaria a si mesmo de “o principal dos pecadores” por causa desses dias perversos (1 Timóteo 1:15; 1 Coríntios 15:9).
Nós também sabemos que Deus invadiu a vida de Paulo dramaticamente e decisivamente para trazê-lo à fé (Atos 9:3-19). O que significa que ele poderia ter planejado o encontro na estrada para Damasco antes que Paulo aprisionasse e assassinasse cristãos. Mas ele não fez assim.
Seu propósito, portanto, era permitir que Paulo se tornasse “o principal dos pecadores”, e então, salvá-lo, e transformá-lo no apóstolo que escreveria treze livros do Novo Testamento.
Por quê? Por que fazer desta maneira? Por que escolhê-lo antes do nascimento para ser um apóstolo? E depois deixá-lo afundar em oposição perversa e violenta contra Cristo? E depois salvá-lo dramaticamente e decisivamente na estrada para Damasco? Por quê?
Eis aqui seis razões. As duas primeiras são explícitas no texto bíblico. As quatro últimas são claras inferências a partir das duas primeiras. Deus fez desta forma…
1. Para colocar a perfeita paciência de Cristo em evidência.
“Por esta mesma razão me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade.” (1 Timóteo 1:16).
2. Para encorajar aqueles que acham que são muito pecadores para ter esperança.
“Por esta mesma razão me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna.” (1 Timóteo 1:16).
3. Para mostrar que Deus salva a endurecidos odiadores de Cristo, que até mesmo assassinou cristãos.
4. Para mostrar que Deus permite que seus tão amados eleitos afundem em perversidade flagrante.
5. Para mostrar que Deus pode fazer do principal dos pecadores, o principal dos missionários.
6. Para mostrar a uma igreja impotente, perseguida e marginalizada que ela pode triunfar pela conversão sobrenatural de seu mais poderoso adversário.

Por: John Piper Desiring God. Website: desiringGod.org

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pensamento do dia

Pensamento do dia
Quanto
 mais
escravo
 de
Cristo
Me torno
 mais
livre
 sou.

Em Cristo Jesus
Kleber Santos

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Negócios da fé:

Negócios da fé:segmento de produtos religiosos movimenta R$ 12 bi ao ano
 
Sócio da Livraria Evangélica Betânica, Gonçalves comemora crescimento anual de cerca de 4,6% (Foto: Gildo Lima/Agência A TARDE)
Você pode até não acreditar no ditado “a fé move montanhas”, mas os números mostram que, na economia e nos negócios, o “business” da fé tem movido com sucesso a carreira de empresários que sabem como e onde investir.
Pelo menos 50% da população brasileira frequenta cultos religiosos. Some-se a isso o fato de 89% das pessoas confessarem que a religião é algo importante na vida, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado desta equação são empresas que louvam o próprio ritmo de crescimento.

Em Salvador, um exemplo de quem sabe aproveitar esse mercado é o sócio-diretor da Livraria Evangélica Betânica, Jaime Gonçalves, 47 anos. Com um crescimento anual de cerca de 4,6%, o empresário administra cinco lojas, 49 funcionários e clientes espalhados em mais de 100 municípios baianos.

Cada estabelecimento tem de 25 a 28 mil itens. Além de livros, é possível comprar produtos que vão desde chaveiros e adesivos a brinquedos, CDs e DVDs.

“Mas o meu principal produto ainda é a Bíblia. São em média seis mil vendidas todos os meses”, comenta Gonçalves, após lembrar que somente nos três primeiros meses deste ano comercializou 15 mil unidades.

Números - De acordo com a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), houve aumento de 14,54% na distribuição de bíblias entre os anos de 2010 e 2011. Boa parte das publicações da entidade é disponibilizada a preços subsidiados ou gratuitamente.

Ainda segundo Gonçalves, o aquecimento nesse ramo teve início no período da implantação do Plano Real, quando houve modernização das gráficas e aumento da concorrência entre editoras evangélicas.

Nas prateleiras, basta uma rápida pesquisa para perceber que a Bíblia deixou de ser um produto antiquado. É possível comprar desde bíblias infantis até edições especiais para as mulheres ou direcionadas para assuntos específicos, como meios de obter sucesso financeiro ou como lidar com os desafios do universo masculino. “Até o leiaute das páginas está modernizado”, diz Gonçalves.

Produtos - O segmento de produtos cristãos movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano, como afirma o professor de Ciências do Consumo Aplicadas da ESPM-SP, Mário Renê. “E esse valor pode ser ainda maior. Muitas empresas não divulgam números”, diz.

O setor mais promissor é o da música. Em 2011, sete dos 11 CDs mais vendidos no País estão no ramo religioso, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD).

No setor de publicações, os números da Câmara Brasileira do Livro (CBL) indicam que a
produção de livros religiosos cresceu 39,2% em 2010, comparando-se ao ano anterior. Nesse segmento, estão incluídos livros católicos de sucesso, como o do padre Marcelo Rossi.

“Investe-se em produtos segmentados, como roupas mais comportadas e até cosméticos que não prometem beleza. Os evangélicos, especialmente neopentecostais, atuam na ideia de que é preciso viver bem aqui e agora”, assinala Renê.

Agressivos - Entre os católicos, outro filão de mercado é a produção de terços, medalhas, crucifixos e imagens. Ainda assim, o olhar comercial é tido como tímido se comparado aos investimentos dos evangélicos, como afirma o teólogo e diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Marketing Católico, Antonio Kater.

“Os evangélicos são os mais agressivos do mercado. No caso dos católicos, temos bons produtos e preços acessíveis, mas a distribuição é fraca”, explica.
Fonte :Camaçari fatos e fotos