segunda-feira, 29 de abril de 2013

Minhas reflexões

De uma coisa eu tenho certeza,eu sou responsavel pelos meus pecados.e tenho a plena convicção que a minha salvação depende totalmente de Deus.nada posso fazer,à não ser que eu receba o don do alto para que eu possa crer pela fé e se arrepender para receber o perdão dos meus pecados.

Em Cristo Jesus
Kleber Santos

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Socorro meu DEUS!!!! Benny Hinn voltou....


Bom, falar sobre o "Benny" é muito controvertido. Por que ?, por que esse homem que por muitos tem ele como um ser sobrenatural, não conseguem distinguir o que é santo e o que profano.
Se tratando do seu ministério, É o ministério mais recheado de heresia que já surgiu no mundo e na historia da igreja.
Tudo o que você possa imaginar de distorção bíblica nas mensagem de “HINN” acontece e em seu ministério.

Não vou me prolongar, mais fica a seu critério ir ou não ir.

Em Cristo Jesus
Kleber Santos


domingo, 27 de janeiro de 2013

Exclusivo:2ª Lição da CPAD - Ano-2013 - 2ºtrimestre

A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO XXI:
PROTEGENDO SEU LAR DOS ATAQUES DO INIMIGO
(Tema da Lição Bíblica CPAD do 2º Trimestre 2013)


Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima
Temas Semanais:

1 - Família, Criação de Deus

2 - O Casamento Bíblico
3 - As Bases do Casamento Cristão
4 - A Família Sob Ataque
5 - Conflitos na Família
6 - A Infidelidade Conjugal
7 - O Divórcio
8 - A Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
9 - A Família e a Sexualidade
10 - A Necessidade e a Urgência do Culto Doméstico
11 - A Família e a Escola Dominical
12 - A Família e a Igreja
13 - Eu e minha Casa Serviremos ao Senhor

Fonte: CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus

domingo, 9 de dezembro de 2012

Você já nasceu de novo?

Você já nasceu de novo?
Esta é uma das questões mais importantes do cristianismo. Jesus mesmo disse: “Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3).
Não é suficiente responder: “Eu pertenço a uma igreja cristã; portanto, suponho que já nasci de novo”. Milhões de cristãos nominais não manifestam nenhuma das características e sinais de serem pessoas nascidas de novo, os sinais e características que as Escrituras nos apresentam.
Você gostaria de conhecer as marcas distintivas e as características de alguém que nasceu de novo? Preste atenção; eu as mostrarei utilizando a Primeira Carta de João.
Primeiramente, João afirma:

Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado… todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado” (1 Jo 3.9; 5.18).
Uma pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, não comete o pecado como um hábito. Não peca mais com seu coração, sua vontade e toda a sua inclinação natural, como o faz a pessoa não-regenerada. Havia um tempo em que ela não se preocupava com o fato de que suas atitudes eram pecaminosas ou não, um tempo em que não se entristecia após fazer o mal. Não havia qualquer luta entre ela e o pecado; eram amigos. Agora a pessoa nascida de novo odeia o pecado, foge dele, combate-o, considera-o sua maior praga, geme sob o fardo da presença dele em seu ser, lamenta quando cai diante da influência do pecado e deseja intensamente ser completamente liberta dele. Em resumo, o pecado não lhe causa mais satisfação, tampouco é algo para o que ela se mostra indiferente. O pecado tornou-se para a pessoa nascida de novo uma coisa abominável, que ela detesta. Ela não pode evitar a presença do pecado. Se disser que não tem pecado, não haverá verdade em suas palavras (1 Jo 1.8). Mas a pessoa regenerada pode afirmar com sinceridade que odeia o pecado e que o grande desejo de sua alma é não mais cometê-lo, de maneira alguma. O indivíduo regenerado sabe, conforme o disse Tiago, que “todos tropeçamos em muitas coisas” (Tg 3.2). Todavia, ele pode afirmar com sinceridade, diante de Deus, que tais coisas lhe causam tristeza e aflição diariamente e que toda a sua natureza não as aprova.
Apresentei-lhe esta característica da pessoa nascida de novo. O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? Você já nasceu de novo?
Em segundo, João afirma:

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus” (1 Jo 5.1).
Uma pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, crê que Jesus Cristo é o único Salvador por intermédio de quem sua alma pode ser perdoada; crê que Ele é o ser divino que Deus, o Pai, designou para este propósito e que, além dele, não existe outro Salvador. Em si mesmo, o indivíduo regenerado não vê nada, exceto indignidade; mas em Cristo a pessoa nascida de novo contempla o fundamento para a mais plena confiança e, confiando nEle, ela crê que seus pecados foram todos perdoados. A pessoa regenerada crê que, por causa da obra e da morte de Cristo consumada na cruz, é considerada justa aos olhos de Deus e pode aguardar a morte e o juízo sem ficar alarmada. Ela pode ter suas dúvidas e temores. Às vezes, ela nos revelará seus sentimentos como alguém que não possui a verdadeira fé. Mas, perguntemos-lhe se suas esperanças de vida eterna estão fundamentadas em sua própria bondade, suas realizações, suas orações, seu ministério, sua igreja, observemos o que ela responderá. Pergunte-lhe se ela abandonará a Cristo e colocará sua confiança em qualquer outro caminho. Esse indivíduo responderá que, embora esteja realmente sentindo-se fraco e mau, ele não desistirá de Cristo, em troca de todo este mundo. Dirá que em Cristo encontra preciosidade e doçura para sua alma, uma preciosidade e doçura que não pode ser encontrada em nenhuma outra pessoa, e que, portanto, ele tem de se apegar a Cristo.
Apresentei-lhe esta característica da pessoa nascida de novo. O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? Você já nasceu de novo?
Em terceiro, João afirma:

Todo aquele que pratica a justiça é nascido dele” (1 Jo 2.29).
A pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, vive em santidade. Esforça-se para viver de acordo com a vontade de Deus, praticar aquilo que O agrada e evitar aquilo que Ele odeia. O objetivo e desejo da pessoa regenerada é amar a Deus, com todo o seu coração, alma, entendimento e força, e amar o seu próximo como a si mesmo. O regenerado deseja estar continuamente olhando para Jesus como seu exemplo, bem como seu Salvador, e demonstrar que é amigo dEle por praticar aquilo que Ele ordena. Sem dúvida, o indivíduo regenerado não é perfeito. Ele mesmo dirá isso, mais rápido do que qualquer outra pessoa. Ele geme sob o fardo da corrupção íntima que o aflige. A pessoa nascida de novo

encontra em seu íntimo um princípio mau que constantemente luta contra a graça, procurando afastá-la de Deus. Mas o regenerado não concorda com este princípio, embora não possa evitar sua presença. Apesar de todas as suas falhas, a santidade é a inclinação e a propensão normal de seu ser — suas realizações, seus interesses e seus hábitos são santos. Apesar de todos os seus balanços e viradas, assim como um navio lutando contra um vento contrário, o curso geral de sua vida tem apenas uma direção — por Deus e para Deus. E, embora ele às vezes sinta-se tão abatido, a ponto de questionar se é realmente um cristão, ele sempre será capaz de afirmar, assim como John Newton: “Não sou o que deveria ser; não sou o que espero ser no mundo por vir, mas, apesar disso, não sou mais o que costumava ser e, pela graça de Deus, sou o que sou”.
Apresentei-lhe esta característica da pessoa nascida de novo. O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? Você já nasceu de novo?
Em quarto, João afirma:

Sabemos que já passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos” (1 Jo 3.14).
Uma pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, tem um amor especial por todos os discípulos de Cristo. Assim como seu Pai, que está no céu, o indivíduo regenerado ama todos os homens com um grande amor geral, mas possui um amor especial por aqueles que têm o mesmo entendimento dele. Assim como seu

Senhor e Salvador, o regenerado ama os piores pecadores e pode até chorar por eles; mas ele tem um amor especial por aqueles que são crentes. A pessoa nascida de novo nunca se sente tão feliz quanto ao estar entre os santos e os excelentes da terra. Outros talvez valorizem a cultura, a esperteza, a riqueza ou a posição na sociedade em que vivem. O homem regenerado valoriza a graça de Deus. Aqueles que mais desfrutam da graça divina e mais se assemelham a Cristo, são estes os que o regenerado ama com mais intensidade. Ele percebe que tais pessoas, assim como ele, são membros da mesma família; sente que são soldados do mesmo exército, companheiros de jornada, viajando pelo mesmo caminho. O indivíduo regenerado entende tais pessoas, e elas o compreendem. O regenerado e tais pessoas talvez sejam diferentes em vários aspectos — nacionalidade, posição social e bens. O que importa? Eles constituem o povo do Senhor Jesus Cristo. São filhos e filhas de Deus. Portanto, o regenerado não pode deixar de amá-los.

Apresentei-lhe esta característica da pessoa nascida de novo. O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? Você já nasceu de novo?
Em quinto, João afirma:

Todo o que é nascido de Deus vence o mundo” (1 Jo 5.4).
Uma pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, não torna a opinião do mundo seu padrão do que é certo ou errado. Ele não se preocupa em andar na direção contrária aos caminhos, opiniões e costumes do mundo. “O que os outros dirão?” não será uma questão importante para ele. O regenerado vence o amor ao mundo. Ele não encontra prazer nas coisas que muitos ao seu redor chamam de felicidade. A pessoa regenerada não pode alegrar-se nas alegrias das pessoas mundanas; tais alegrias a fatigam, ela as considera coisas vãs, inúteis e indignas de um ser mortal. O regenerado vence o temor do mundo. Ele se contenta em fazer muitas coisas desnecessárias no conceito de muitos que vivem ao seu redor. Estes zombam do regenerado, mas ele não se abala. As pessoas do mundo o ridicularizam, porém ele não desanima. A pessoa nascida de novo deseja muito receber louvor da parte de Deus e não dos homens. O regenerado receia ofender a Deus, mais do que ofender os homens. Ele já calculou o preço; a ofensa da parte dos homens é algo insignificante para o regenerado, não importando se ele será elogiado ou acusado. Ele não é mais um escravo da moda e dos costumes do mundo. Agradar o mundo é uma consideração secundária para o nascido de novo. Seu primeiro objetivo é agradar a Deus.

Apresentei-lhe esta característica da pessoa nascida de novo. O que o apóstolo falou aplica-se à sua vida? Você já nasceu de novo?
Em sexto, João afirma:

O que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo” (1 Jo 5.18 - ARC).
Uma pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, é muito cuidadosa a respeito de sua própria alma. Ela se esforça não somente para manter-se limpa do pecado, mas também de tudo que possa induzi-la a praticá-lo. É cuidadosa a respeito de suas companhias. Sente que más conversações corrompem o coração e que é mais fácil apegarmo-nos ao mal do que ao bem. O nascido de novo é cuidadoso no que se refere ao uso de seu tempo; seu maior desejo é utilizá-lo com proveito. Também é cuidadoso a respeito das amizades que estabelece; para ele, não basta que as pessoas sejam bondosas, amáveis e moderadas. Tudo isto é muito bom, mas tais pessoas abençoarão a sua alma? O regenerado é cuidadoso a respeito de seu comportamento e hábitos cotidianos. Procura lembrar-se de que seu coração é enganoso, que o mundo está repleto de impiedade e que o diabo se esforça para prejudicá-lo. Portanto, a pessoa nascida de novo estará sempre em vigilância. Deseja viver como um soldado no campo do inimigo, estar continuamente vestido com sua armadura e preparada para as tentações. Descobre, por experiência própria, que sua alma está constantemente entre inimigos e estuda meios para ser uma pessoa de oração, vigilante e humilde.

Apresentei-lhe também esta característica da pessoa nascida de novo. O que o apóstolo falou aplica-se à sua vida? Você já nasceu de novo?
Estas são as seis grandes características de ser nascido de novo. Todos aqueles que leram até aqui devem considerá-las novamente com atenção e guardá-las em seu coração.
Sei que em muitas pessoas existe ampla diferença na profundidade e distinção dessas características. Em alguns essas características não podem ser facilmente distinguidas, visto que se manifestam com bastante fraqueza, imperfeição e obscuridade. Em outros, elas se evidenciam com tanto ímpeto, vivacidade, clareza e nitidez, que podem ser reconheci- das prontamente. Algumas dessas características são visíveis em certas pessoas; e outras características, mais visíveis em outras pessoas. Raramente acontece que todas essas características se manifestam na mesma pro- porção em uma única alma. É claro que concordamos com todos esses fatos.
No entanto, apesar de concordarmos com isso, aqui delineamos seis características de ser nascido de Deus. Um apóstolo inspirado escreveu uma carta geral à Igreja de Cristo, mostrando como é uma pessoa nascida de Deus: não vive na prática do pecado, crê que Jesus é o Cristo, pratica a justiça, ama seus irmãos, vence o mundo e conserva-se puro. Leitor, observe tudo isso.
Agora, o que diremos diante dessas coisas? O que elas dizem àqueles que advogam a doutrina de que regeneração consiste apenas na admissão aos privilégios exteriores da igreja? Posso chegar apenas a uma conclusão: somente são nascidas de novo as pessoas que manifestam essas seis marcas. Todos os homens e mulheres que não as possuem ainda não nasceram de novo. Declaro com ousadia que esta é a conclusão à qual o apóstolo desejava que chegássemos.

Leitor, você tem essas seis características? Você já nasceu de novo?
Ryle serviu por quase 40 anos como ministro do Evangelho. Foi um escritor prolífico, um pregador vigoroso e um pastor fiel. Muitas de suas obras têm sido reeditadas e servido como fonte de instrução e consolo para o povo de Deus. A Editora Fiel publicou algumas de suas obras em português: o clássico “Santidade”; “Uma palavra aos moços”; “Fé genuína” e os quatro volumes de meditações nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.

Fonte: http://www.editorafiel.com.br

Em Cristo Jesus
Kleber Santos

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Nicodemos foi salvo?

Nicodemos foi salvo?
“Nicodemos” significa vitorioso sobre o povo; é o nome de um fariseu membro do Sinédrio, e príncipe dos judeus, que visitou Jesus, à noite (talvez por lhe ser mais con­veniente), por ocasião da Páscoa, quando também o Nazareno se encontrava em Je­rusalém. Registramos o advérbio talvez no período anterior, pelo fato de que se encon­travam na capital da Palestina judeus de todo o mundo, e o Filho de Deus aproveita­ra o ensejo para falar-lhes da vida eterna; não tendo o tempo necessário para dialo­gar com o componente do Sinédrio durante o dia.
Nicodemos tinha a convicção de que Jesus viera da parte de Deus, conforme de­clarou em João 3.2: “Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque nin­guém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele”. Chegamos tam­bém à sublime conclusão de que Nicodemos não fora por conta própria manter o diálogo com o Nazareno, quando declara “sabemos”, significando ele e quem o en­viou, que pode ter sido um grupo de zelosos judeus que aguardavam a remissão de Is­rael por intermédio do Messias. Ele era o porta-voz daqueles que desejavam dirimir as suas dúvidas.
Causa estranheza a resposta de Nicodemos no versículo quatro: “Como pode um homem nascer, sendo velho? porventu­ra pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?” No entanto, quando anali­samos a sua posição de fariseu e mestre em Israel, concluímos estar ele duvidando des­ta transformação, comparando Jeremias 13.23: “Pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? nesse caso, vós também podereis fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal”.
Jesus explicou-lhe, detalhadamente, o processo do novo nascimento, comparando-o ao fenômeno do vento: “assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai, assim é todo aquele que é nascido do Espírito”.
Nicodemos deixou bem claro que se convertera ao Evangelho, mesmo perten­cendo ao Sinédrio, quando interpelou em favor de Jesus, ao lhe chamarem de impostor: “Porventura condena a nossa lei um homem sem primeiro o ouvir e ter conheci­mento do que faz?”, Jo 7.51.
Por ocasião da morte de Jesus, enquan­to os seus discípulos fugiam do compro­misso de sepultarem o corpo do Mestre com medo dos judeus, Nicodemos e José de Arimatéia, enfrentando o risco de per­der a própria vida, tiraram o corpo de Cris­to do madeiro, ungiram-no com unguento caríssimo e o sepultaram.
Após este ato de solidariedade e amor para com o Mestre, dizer que Nicodemos não foi salvo é mesmo que afirmar não ter o ladrão da cruz alcançado a misericórdia de Deus, quando Jesus lhe disse: “Em verda­de te digo que hoje estarás comigo no Pa­raíso”. E o malfeitor nada fez de bom que merecesse a salvação. Ele só contou com a benevolência de Jesus.

Em Cristo Jesus
Kleber Santos
Fonte: A Bíblia Responde, Ed. CPAD

sábado, 27 de outubro de 2012

Exclusivo:Nova Lição da CPAD 1º Trimeatre de 2013

A CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) anunciou quais serão as lições do primeiro de 2013 da revista  Escola Bíblica Dominical na classe adulto. 
 

O tema será “Elias e Eliseu: Um Ministério de Poder para toda a Igreja”, e tem como comentarista o Pr. José Gonçalves. 

Creio que será de muita edificação para todos os frequentadores da Escloa Dominical.

Lição 1- A Apostasia no Reino de Israel

Lição 2- Elias, o Tisbita

Lição 3- A Longa Seca Sobre Israel

Lição 4- Elias e os Profetas de Baal

Lição 5- Um Homem de Deus em Depressão

Lição 6- A Viúva de Sarepta

Lição 7- A Vinha de Nabote

Lição 8- O Legado de Elias

Lição 9- Elias no Monte da Transfiguração

Lição 10- Há Um Milagre em Sua Casa

Lição 11- Os Milagres de Eliseu

Lição 12- Eliseu e a Escola de Profetas

Lição 13- A Morte de Eliseu



 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Será que Deus tem prazer no sofrimento daqueles que se rebelam contra Ele?

Será que Deus tem prazer no sofrimento daqueles que se rebelam contra Ele?
Por que o inferno é eterno?
 Será que Deus tem prazer no sofrimento daqueles que se  rebelam contra Ele?
Lemos em Ezequiel 18.23: “Desejaria eu, de qualquer maneira, a morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo eu, antes, que ele se converta dos seus caminhos e viva?”.
Deve parecer estranho a doutrina da condenação eterna diante de um apelo tão amoroso!                A argumentação das seitas parece lógica e satisfatória. Uma testemunha-de-jeová ou um adventista do sétimo dia talvez diria: “se o seu filho, de poucos anos, lhe roubasse um real para comprar balas você o atormentaria com fogo ao menos um instante? Ou, então, ele poderia ser preso por isso?”. Sem dúvida, a resposta para essas duas opções seria não!
Contudo, precisamos entender o que Deus realmente está condenando. Se o Senhor visse apenas o ato do pecado, como nós limitadamente vemos, o juízo divino poderia ser diferente. Mas Ele vê muito além do que podemos imaginar. O Senhor Deus não condena apenas um ato, mas todas as implicações que esse ato ocasiona. Além dessa visão, digamos, horizontal do pecado, Deus vê “verticalmente” a profundidade abismal das raízes do pecado.                              O pecado fere o princípio básico da criação, a lei que Deus determinou como base de todas coisas: o amor ao próximo. Quando esse princípio é ferido, outro princípio, semelhante a esse, também é atingido: amar a Deus sobre todas as coisas.
Será que o Senhor Deus deixou a humanidade à mercê do inferno? Não! Houve uma provisão, e essa provisão supera abundantemente os efeitos do pecado. Aqueles que, pela fé, estão em Cristo, não vivem mais sob a condenação (Veja Rm 5.16,18; 8.1).
Será que o Senhor Deus tem prazer na morte do ímpio? Não, conforme já vimos em Ezequiel. Mas muitos, infelizmente, rejeitam a provisão divina: “Ainda que se mostre favor ao ímpio, nem por isso aprende a justiça; até na terra da retidão ele pratica a iniquidade e não atenta para a majestade do Senhor” (Is 26.10).
Aqueles que negligenciam e rejeitam a provisão de Deus não podem escapar do juízo condenatório: “como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação?                 a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram” (Hb 2.3).
Assim como os benefícios da graça de Cristo Jesus, quando alguém a recebe, significam vida eterna, semelhantemente rejeitar tais benefícios redundará em morte eterna, isto é, separação e condenação eternas. “Tribulação e angústia virão sobre toda a alma do homem que faz o mal, primeiramente do judeu e também do grego; glória, porém, e honra, e paz a qualquer que pratica o bem, primeiramente ao judeu e também ao grego” (Rm 2.9-10).

FONTE :SITE WWW.CACP.COM.BR