quarta-feira, 23 de maio de 2012

Fantástico:Xuxa diz que sofreu abuso sexual

Fantástico:
Xuxa diz que sofreu abuso sexual

Revelação irá abafar escândalo de filme de pedofilia que vem assombrando sua vida e carreira durante décadas?

No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.
Xuxa, no Fantástico, revelando-se vítima de pedofilia

Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.
Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.
Xuxa, em filme pró-pedofilia, fazendo sexo com um menino
A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.
Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.
Xuxa como capa da Playboy: ganhando muito dinheiro
Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.
Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboy à rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.
Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.
Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.
Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.
O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.

domingo, 20 de maio de 2012

O pastor Silas Malafai fez um desafio !, quem vai se abilitar?

Um desafio e tanto o que Silas Malafai propôs. O seu convite foi especialmente para os seus críticos como ele se referiu. Os que não concordam com a sua teologia.
É  lamentável, ver, e  escutar declarações como essas do pastor Silas, a sua fala soa como a de um soberbo.
 só resta orar á DEUS para que ele tenha  misericórdia dele(Silas) e de nós.
Com pesar no coração...(....)
Naquele que é o modelo de pastor, e humilde de coração.
CRISTO JESUS
Kleber santos

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pensamento do Dia!

A coisa mais importante que o cristão precisa saber é conhecer a DEUS com todo seu entendimento para poder ama-lo.
O próprio Senhor Jesus disse que,
“conhecê-lo e conhecer ao Pai é a própria vida eterna (João 17.3).

Em Cristo Jesus
Kleber Santos

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Revista-Lição Bíblica CPAD 3º trimestre 2012


-Vencendo as Aflições da Vida-

TEMA: Vencendo as Aflições da Vida
Muitas são as aflições do justo,
mas o Senhor a livra de todas (Sl 34.19)
COMENTARISTA: Pr. Eliezer de Lira e Silva

Lição 1 – No Mundo Tereis Aflições
Lição 2 – A Enfermidade Na vida do Crente
Lição 3 – A Morte para o Verdadeiro Cristão
Lição 4 – Superando os Traumas da Violência Social
Lição 5 – As aflições da Viuvez
Lição 6 – A Despensa Vazia
Lição 7 – A Divisão Espiritual no Lar
Lição 8 – A Rebeldia dos Filhos
Lição 9 – A Angústia das Dívidas
Lição 10 – A Perda dos Bens Terrenos
Lição 11 – Inveja, um Grave Pecado
Lição 12 – As Dores do Abandono
Lição 13 – A Verdadeira Motivação do Crente
Lição 14 – A Vida Plena nas Aflições
Fonte :Portal EBD


domingo, 22 de abril de 2012

Pensamento do Dia....

“Estou desesperado por Deus, eu não me satisfaço nas coisas deste mundo, eu me satisfaço em Jesus o Cristo. A minha alegria é a alegria dEle. Estou  vivendo desesperadamente, A minha satisfação estar em ama-lo e adora-lo acima de qualquer coisa deste mundo”....
“Estou desesperado por ti, Senhor da Gloria”.....
Em Cristo Jesus
Kleber Santos

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Precisamos Novamente de Homens de Deus

Precisamos  Novamente  de  Homens  de  Deus                                                    


Por:A.W.Tozer
A igreja, neste momento, precisa de homens, o tipo certo de homens, homens ousados. Afirma-se que necessitamos de avivamento e de um novo movimento do Espírito; Deus, sabe que precisamos de ambas as coisas. Entretanto, Ele não haverá de avivar ratinhos. Não encherá coelhos com seu Espírito Santo.

A igreja suspira por homens que se consideram sacrificáveis na batalha da alma, homens que não podem ser amedrontados pelas ameaças de morte, porque já morreram para as seduções deste mundo. Tais homens estarão livres das compulsões que controlam os homens mais fracos. Não serão forçados a fazer as coisas pelo constrangimento das circunstâncias; sua única compulsão virá do íntimo e do alto.
Esse tipo de liberdade é necessária, se queremos ter novamente, em nossos púlpitos, pregadores cheios de poder, ao invés de mascotes. Esses homens livres servirão a Deus e à humanidade através de motivações elevadas demais, para serem compreendidas pelo grande número de religiosos que hoje entram e saem do santuário. Esse homens jamais tomarão decisões motivados pelo medo, não seguirão nenhum caminho impulsionados pelo desejo de agradar, não ministrarão por causa de condições financeiras, jamais realizarão qualquer ato religioso por simples costume; nem permitirão a si mesmos serem influenciados pelo amor à publicidade ou pelo desejo por boa reputação.

Muito do que a igreja faz em nossos dias, ela o faz porque tem medo de não fazê-lo. Associações de pastores atiram-se em projetos motivados apenas pelo temor de não se envolverem em tais projetos.

Sempre que o seu reconhecimento motivado pelo medo (do tipo que observa o que os outros dizem e fazem) os conduz a crer no que o mundo espera que eles façam, eles o farão na próxima segunda-feira pela manhã, com toda a espécie de zelo ostentoso e demonstração de piedade. A influência constrangedora da opinião pública é quem chama esses profetas, não a voz de Jeová.

A verdadeira igreja jamais sondou as expectativas públicas, antes de se atirar em suas iniciativas. Seus líderes ouviram da parte de Deus e avançaram totalmente independentes do apoio popular ou da falta deste apoio. Eles sabiam que era vontade de Deus e o fizeram, e o povo os seguiu (às vezes em triunfo, porém mais frequentemente com insultos e perseguição pública); e a recompensa de tais líderes foi a satisfação de estarem certos em um mundo errado.

Outra característica do verdadeiro homem de Deus tem sido o amor. O homem livre, que aprendeu a ouvir a voz de Deus e ousou obedecê-la, sentiu o mesmo fardo moral que partiu os corações dos profetas do Antigo Testamento, esmagou a alma de nosso Senhor Jesus Cristo e arrancou abundantes lágrimas dos apóstolos.

O homem livre jamais foi um tirano religioso, nem procurou exercer senhorio sobre a herança pertencente a Deus. O medo e a falta de segurança pessoal têm levado os homens a esmagarem os seus semelhantes debaixo de seus pés. Esse tipo de homem tinha algum interesse a proteger, alguma posição a assegurar; portanto, exigiu submissão de seus seguidores como garantia de sua própria segurança. Mas o homem livre, jamais; ele nada tem a proteger, nenhuma ambição a perseguir, nenhum inimigo a temer. Por esse motivo, ele é alguém completamente descuidado a respeito de seu prestígio entre os homens. Se o seguirem, muito bem; caso não o sigam, ele nada perde que seja querido ao seu coração; mas, quer ele seja aceito, quer seja rejeitado, continuará amando seu povo com sincera devoção. E somente a morte pode silenciar sua terna intercessão por eles.
Sim, se o cristianismo evangélico tem de permanecer vivo, precisa novamente de homens, o tipo certo de homens. Deverá repudiar os fracotes que não ousam falar o que precisa ser externado; precisa buscar, em oração e muita humildade, o surgimento de homens feitos da mesma qualidade dos profetas e dos antigos mártires. Deus ouvirá os clamores de seu povo, assim como Ele ouviu os clamores de Israel no Egito. Haverá de enviar libertação, ao enviar libertadores. É assim que Ele age entre os homens.

E, quando vierem os libertadores... serão homens de Deus, homens de coragem. Terão Deus ao seu lado, porque serão cuidadosos em permanecer ao lado dEle; serão cooperadores com Cristo e instrumentos nas mãos do Espírito Santo...

Fonte: Editora Fiel

domingo, 15 de abril de 2012

Por Que Deus Deixou Paulo se Tornar um Assassino?

Por que Deus deixou Paulo
se tornar um assassino?
Nós sabemos que antes de Paulo nascer, Deus já o tinha separado para seu apostolado.
Ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse aos gentios. (Gálatas 1:15-16).
E nós sabemos que Paulo se tornou um odiador de cristãos (Atos 9:1), perseguidor de cristãos (Atos 9:5), zeloso (Filipenses 3:6; Gálatas 1:14) antes de se converter. Para todo o sempre ele chamaria a si mesmo de “o principal dos pecadores” por causa desses dias perversos (1 Timóteo 1:15; 1 Coríntios 15:9).
Nós também sabemos que Deus invadiu a vida de Paulo dramaticamente e decisivamente para trazê-lo à fé (Atos 9:3-19). O que significa que ele poderia ter planejado o encontro na estrada para Damasco antes que Paulo aprisionasse e assassinasse cristãos. Mas ele não fez assim.
Seu propósito, portanto, era permitir que Paulo se tornasse “o principal dos pecadores”, e então, salvá-lo, e transformá-lo no apóstolo que escreveria treze livros do Novo Testamento.
Por quê? Por que fazer desta maneira? Por que escolhê-lo antes do nascimento para ser um apóstolo? E depois deixá-lo afundar em oposição perversa e violenta contra Cristo? E depois salvá-lo dramaticamente e decisivamente na estrada para Damasco? Por quê?
Eis aqui seis razões. As duas primeiras são explícitas no texto bíblico. As quatro últimas são claras inferências a partir das duas primeiras. Deus fez desta forma…
1. Para colocar a perfeita paciência de Cristo em evidência.
“Por esta mesma razão me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade.” (1 Timóteo 1:16).
2. Para encorajar aqueles que acham que são muito pecadores para ter esperança.
“Por esta mesma razão me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna.” (1 Timóteo 1:16).
3. Para mostrar que Deus salva a endurecidos odiadores de Cristo, que até mesmo assassinou cristãos.
4. Para mostrar que Deus permite que seus tão amados eleitos afundem em perversidade flagrante.
5. Para mostrar que Deus pode fazer do principal dos pecadores, o principal dos missionários.
6. Para mostrar a uma igreja impotente, perseguida e marginalizada que ela pode triunfar pela conversão sobrenatural de seu mais poderoso adversário.

Por: John Piper Desiring God. Website: desiringGod.org